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segunda-feira, 16 de maio de 2005
"Após ter passado bastante tempo a observar de perto os filósofos, acabei por concluir que a maior parte do pensamento consciente deve também ser incluída nas atividades instintivas, de que não excetuo mesmo a meditação filosófica. (...) Por detrás de toda a lógica e da autonomia aparente dos seus movimentos há valorizações, ou, para me exprimir mais claramente, exigências filosóficas para a manutenção de um determinado tipo de vida. (...) Realmente, para a elucidação do problema de como se formaram as mais remotas afirmações metafísicas de um filósofo seria bom - e mesmo inteligente - perguntar primeiro: a que moral quer isto - quer ele - chegar? Pois que não acredito que o 'instinto do conhecimento' seja o pai da filosofia, mas sim que um outro instinto se serviu apenas aí, como noutros campos, do conhecimento - e do desconhecimento! - como de um instrumento." (NIETZSCHE)
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