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terça-feira, 31 de maio de 2005

"Graças aos sonhos [imaginário, inconsciente], somos mais ricos ou mais pobres, temos uma necessidade a mais ou a menos, e acabamos por ser guiados em plena luz do dia e mesmo nos momentos mais serenos do nosso espírito desperto, um pouco pelos hábitos impostos pelos nossos sonhos. Imaginando que alguém, em seus sonhos, tenha voado muitas vezes e que, logo que começa a sonhar, tenha consciência da sua capacidade de voar como de um privilégio seu, até como de uma felicidade só sua e invejável, essa pessoa julgará poder realizar, com o mais leve impulso, toda espécie de curvas e desvios, conhecerá a sensação de uma certeza leveza divina, de um 'para cima' sem esforço e tensão, de um 'para baixo' sem descida e humilhação - sem peso! Então, como é que a pessoa com tais experiências e hábitos de sonho não havia de acabar por encontrar, para o dia claro, a palavra 'felicidade' com cor e significado diferentes?! Como não havia ela de ansiar pela felicidade de maneira diferente? A 'elevação', como a descrevem os poetas, comparada com este 'voar', será para ela, necessariamente, demasiado terrena, muscular, violenta, demasiado 'pesada'." (NIETZSCHE)

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