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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
"Os sintomas físicos mais comuns da ansiedade estão relacionados ao peito. Incluem palpitações (percepção de batimentos cardíacos mais fortes ou mais acelerados), dores pulsantes ou lancinantes, sensação de aperto e de incapacidade de inalar ar suficiente e uma tendência a suspirar ou respirar demais." (José Roberto Andreotti, psicólogo)
Porto Alegre e a rixa do poder público com as árvores...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
As pessoas mandam bichos para o espaço para ver se eles voltam vivos... Veja:
Os primeiros animais enviados ao espaço foram moscas, ainda em 1947, pelos Estados Unidos. Depois disso, foram realizados vários experimentos espaciais envolvendo inúmeros seres vivos. A União Soviética, por exemplo, lançou uma série de satélites científicos chamados Bion. Ali, foram enviados ao espaço tartarugas, ratos, insetos, peixes e sapos, além de células, fungos e plantas.
Macacos
Antes de enviar homens ao espaço, os cientistas lançaram outros animais para testar a segurança desse tipo de missão. Em 1948, os Estados Unidos enviou o macaco Albert I, para testar os efeitos do espaço no organismo animal. Ele morreu sufocado durante o voo. Um ano depois, eles lançaram o macaco Albert II em um voo suborbital. Ele conseguiu sobreviver ao lançamento e ao voo, mas morreu na aterrissagem. O primeiro símio a sobreviver à viagem completa foi Yorick, enviado pelos Estados Unidos em 1951.
Cachorros
Em 1957, a cadela Laika, foi enviada ao espaço pela União Soviética, se tornando o primeiro animal a fazer um voo na órbita da Terra. Ela morreu durante a missão, pois os cientistas ainda não tinham planejado um mecanismo seguro de pouso. Depois dela, vários cães sobreviveram a viagens espaciais. É caso dos soviéticos Veterok e Ugolyok, que permaneceram na órbita terrestre por 22 dias — o maior tempo já registrado para cachorros.
Gatos
Em 1963, a França teve sucesso ao enviar o gato Felix ao espaço — ele foi recuperado com vida após a aterrissagem. No mesmo ano, no entanto, uma segunda tentativa francesa de mandar um gato ao espaço falhou e o animal morreu durante a missão.
E olha a cara feliz do macaco que o Irã acabou de mandar...
Os primeiros animais enviados ao espaço foram moscas, ainda em 1947, pelos Estados Unidos. Depois disso, foram realizados vários experimentos espaciais envolvendo inúmeros seres vivos. A União Soviética, por exemplo, lançou uma série de satélites científicos chamados Bion. Ali, foram enviados ao espaço tartarugas, ratos, insetos, peixes e sapos, além de células, fungos e plantas.
Macacos
Antes de enviar homens ao espaço, os cientistas lançaram outros animais para testar a segurança desse tipo de missão. Em 1948, os Estados Unidos enviou o macaco Albert I, para testar os efeitos do espaço no organismo animal. Ele morreu sufocado durante o voo. Um ano depois, eles lançaram o macaco Albert II em um voo suborbital. Ele conseguiu sobreviver ao lançamento e ao voo, mas morreu na aterrissagem. O primeiro símio a sobreviver à viagem completa foi Yorick, enviado pelos Estados Unidos em 1951.
Cachorros
Em 1957, a cadela Laika, foi enviada ao espaço pela União Soviética, se tornando o primeiro animal a fazer um voo na órbita da Terra. Ela morreu durante a missão, pois os cientistas ainda não tinham planejado um mecanismo seguro de pouso. Depois dela, vários cães sobreviveram a viagens espaciais. É caso dos soviéticos Veterok e Ugolyok, que permaneceram na órbita terrestre por 22 dias — o maior tempo já registrado para cachorros.
Gatos
Em 1963, a França teve sucesso ao enviar o gato Felix ao espaço — ele foi recuperado com vida após a aterrissagem. No mesmo ano, no entanto, uma segunda tentativa francesa de mandar um gato ao espaço falhou e o animal morreu durante a missão.
E olha a cara feliz do macaco que o Irã acabou de mandar...
Entrevista-debate da Gabi com o Malafaia — Eu não sou cristão, evangélico, ateu, iurd, gay, homofóbico, ativista, machista, nem um politicamente correto radical. Tá difícil encontrar um par, uma opinião que não esteja nos extremos. Como jornalista e budista, vejo que a Gabriela (a) não se preparou pra entrevista, (b) estava comprometida emocionalmente com um dos assuntos e (c) não tem experiência com espiritualidade, de modo que, mesmo que os argumentos do pastor fossem duvidosos ou falsos, ela não conseguiu contrapontos sólidos. Sabemos que ele tem posições radicalmente erradas, mas, queiramos ou não queiramos, debates têm vencedor, e as pessoas mais neutras ou mais fracas criam empatia com aquele que "se sai melhor". São essas questões que eu gostaria de levantar. E é óbvio que pastores "pequenos" ganham pouco.
“Quem não desenvolve a consciência da travessia pode ser iludido pela sensação de que o mal e a dor vão durar para sempre.” (Eugenio Mussak)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Sobre 'Amour', Contardo Calligaris:
Pois é. Não é tão fácil assim nem tão claro. Na sua coluna de sexta passada, Barbara Gancia escreveu, com razão, que "o fardo de cuidar dos idosos tornou-se um dos maiores dramas da atualidade". Os avanços da medicina fazem que, hoje, sejam cada vez mais numerosos os que cuidam de próximos que sobrevivem transformados pela idade, pela invalidez ou pela demência. E sobrevivem, muitas vezes, tanto irreconhecíveis quanto incapazes de reconhecer os que cuidam deles. Perguntas básicas.
1) Será que o outro que nós amávamos, se ele pudesse escolher, toparia viver como ele está agora?
2) Será que o ser do qual cuidamos hoje é o mesmo que nós amávamos antes do acidente, da invalidez ou da demência? Se ele não for o mesmo, será que esse "novo" ser não tem seus próprios critérios do que é uma vida que valha a pena de ser vivida - critérios diferentes dos do nosso amado de antes?
3) Difícil continuar amando alguém que não nos reconhece mais. Mas será que por isso o deixaríamos morrer - por ele não ser mais aquele ou aquela que amávamos?
4) Por que sempre chega um dia em que ninguém aguenta mais cuidar? É porque o custo (em todos os sentidos) é excessivo e queremos recuperar nossas vidas? Ou é porque é quase impossível fazer o luto de um amado que já se foi, mas continua de corpo presente?
Acontece que alguém se suicide depois de ter matado um amado inválido e demente, de quem não consegue mais cuidar. É mais que uma maneira de evitar a culpa: renunciando a viver sem você, confirmo que foi por amor que matei você - ou melhor, que matei o desconhecido que tinha tomado seu lugar.
Pois é, foi mesmo por amor que matei você? Ou por vingança, por você ter me deixado sozinho?
Seja como for, fica confirmado, embora num sentido inabitual, que o amor resiste dificilmente ao tempo.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
"Tome, por exemplo, a história de Tonio, no Tonio Kröger, de Thomas Mann. Opai de Tonio era um sólido homem de negócios, um cidadão de relevo em sua cidade natal. O pequeno Tonio, porém, tinha um temperamento artístico, por isso mudou-se para Munique e reuniu se a um grupo de literatos, que se sentiam superiores aos meros ganhadores de dinheiro e aos homens de família. Assim, eis aí Tonio dividido entre dois polos: seu pai, que era um bom pai, responsável e tudo o mais, mas que nunca tinha feito o que queria, em toda a sua vida; e, por outro lado, aquele que deixa sua cidade natal e assume uma atitude crítica em relação à vida que se levava lá. Mas Tonio descobriu que de fato amava a gente de sua cidadezinha. E, embora se julgasse um pouco superior a eles, em termos intelectuais, e pudesse falar deles com palavras cortantes, seu coração, apesar de tudo, estava com eles. Mas quando partiu, para viver com os boêmios, descobriu que estes tinham tal desdém pela vida que tampouco poderia viver com eles. Por isso deixou os e escreveu uma carta a um do grupo, dizendo: Admiro aqueles seres frios e orgulhosos que se arriscam nos caminhos da beleza elevada e diabólica e menosprezam a ‘humanidade’; mas não os invejo. Pois, se alguma coisa é capaz de fazer de um literato um poeta, essa coisa é o amor de minha cidade natal pelo humano, aquilo que existe e é comum. Todo calor deriva desse amor, toda doçura e todo humor. De fato, quanto a mim, creio mesmo que esse amor deve ser aquele sobre o qual está escrito que se pode ‘falar com a língua dos homens e dos anjos’, que, no entanto, soa, quando o amor falta, ‘como metal ruidoso ou címbalo tilintante’." (Joseph Campbell)
Thomas Mann escreveu Tonio Kröger em 1965. Um exemplo de como sempre houve aquele grupo de pessoas com uniforme de artista, todos se achando bons e se elogiando entre si, sentindo-se especiais e fora da sociedade, mas incapazes de sentir o amor e de captar a real poesia da vida, a começar pela humildade e a compaixão.
Thomas Mann escreveu Tonio Kröger em 1965. Um exemplo de como sempre houve aquele grupo de pessoas com uniforme de artista, todos se achando bons e se elogiando entre si, sentindo-se especiais e fora da sociedade, mas incapazes de sentir o amor e de captar a real poesia da vida, a começar pela humildade e a compaixão.
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"A mente racional, analítica, o lado esquerdo do cérebro se ocupa do sentido, da razão das coisas. Qual é o sentido de uma flor? Dizem que um dia perguntaram isso ao Buda, e ele simplesmente colheu uma flor e a deu ao seu interlocutor. Apenas um homem compreendera o que Buda queria demonstrar. Racionalmente, não fazia sentido esse gesto. Ora, mas podemos fazer a mesma pergunta para algo maior: qual é o sentido do universo? Ou qual o sentido de uma pulga? A única resposta realmente válida está exatamente ali, no existir. Qualquer formulação racional nos dá uma ideia linear da coisa, mas mata a beleza da coisa em si. Estamos tão empenhados em realizar determinados feitos, com o propósito de atingir objetivos de um outro valor, linear e longe da vibração da vida, que nos esquecemos de que o valor genuíno, o prodígio de estar vivo, é o que de fato conta. É por isso que as grandes questões filosóficas, embora sejam de fundamental importância para todos, acabam sendo a preocupação de apenas uma ínfima minoria da população. Eles esqueceram de que o valor genuíno, o prodígio de estar vivo, é o que de fato conta, e preferem se acomodar aos papéis de uma vida burguesa e adaptada ao sistema capitalista, deixando que outros, atualmente os políticos e os cientistas, tomem as decisões mais complexas por eles. Mas todos já foram crianças curiosas, não foram? A curiosidade infantil é a mesma curiosidade do filósofo. Cristo está certo quando fala que só 'quem faz como um destes pequeninos entrará no Reino dos céus'. Bom, e como podemos resgatar um pouco de nosso grande potencial humano?" (Joseph Campbell)
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Música nova de uma das bandas prediletas da casa...
Ryotan Tokuda Igarashi:
A oitava consciência é a consciência depósito, enquanto a sétima se chama consciência contaminada. Vivemos agora aquilo que já está depositado em nossa consciência, nesse momento não pode ser alterado; não tem mais jeito. Mas o que eu registrar ou depositar na subconsciência nesse momento presente é de minha responsabilidade. A limitação da percepção do mundo depende da personalidade, cultura, educação, conhecimento, tradição ou ponto de vista de valores e preconceitos. A nossa percepção está limitada ao que recebemos, ou com o que fomos criados (condicionamentos).
Dependendo do que eu depositar, o mundo externo começa a mudar. Dependendo do que depositamos, às vezes vemos o que não existe. Isto acontece quando, por exemplo, estamos lendo o jornal. Há um tipo de teste para saber se você está velho ou não. Se, ao abrir o jornal, em primeiro lugar você quer ver quem morreu, uma nota de falecimento ou uma coisa preta com uma cruz, dizendo: "Morreu com 78 anos..." "Eu tenho 77", pensa o idoso que lê o jornal. Não somente os velhos morrem, mas os jovens não ligam para isso, a não ser que se trate de uma pessoa íntima, um parente ou amigo que tenha morrido. Dependendo do nosso interesse ou experiência, começamos, portanto, a ver as coisas.
Cada um de nós está armazenando sua experiência e karma, ou seja, cada um está vivendo no mundo que ele próprio criou com este karma que está acumulando. Então, você pode achar que não tem jeito de mudar - mas tem. Neste momento, aquilo que você está observando, aquilo que você está estudando, o que está pensando, é o que vai ser guardado, e com isso o mundo todo começa a mudar. Se realmente transformamos toda a nossa consciência em uma coisa pura, o mundo inteiro muda totalmente.
A oitava consciência tem três nomes: Alaya, Vipaka, Adana, mas depende do estado em que a pessoa estiver operando dentro dela. Alaya é o primeiro nome da oitava consciência. Indica aquele estado em que se está ainda apegado ou impressionado, com a sétima consciência, a da identidade do ego, a Manas Vijnana ou o egocentrismo. Por isso, até chegar ao estado do Bodhisattva, a ideia de ego prossegue como lembrança porque não entrou profundamente ainda na oitava consciência, ainda há lembranças dele na sétima consciência.
Em segundo lugar a Vipaka. Este estado significa que as coisas, ruins ou boas, são depositadas dentro da oitava consciência. Mas enquanto estão guardadas dentro da oitava consciência de Alaya são neutras. Esta semente não é boa nem má; ela é neutra. Havendo condições ela brota e aí pode dar a visão boa ou má.
A boa semente guardada é neutra, mas quando brota faz coisas boas. Isto quer dizer duas coisas. Mesmo que a pessoa esteja fazendo coisas boas, não precisa ficar vaidosa, porque na verdade a ação é neutra. Mesmo fazendo coisas ruins, também a ação é neutra, o que significa que ainda há possibilidade de melhorar. Há a possibilidade de salvação. E assim, a semente má e a semente boa podem se transformar em uma outra coisa. O processo de treinamento budista é isso, é como um glóbulo branco combatendo as doenças e matando os micróbios. Devemos trabalhar para a limpeza total, para a iluminação completa do ego, pois aí o mundo inteiro fica totalmente puro e perfeito e o exterior também fica totalmente, totalmente puro e limpo. Esta consciência se chama Adana, e já é o estado de Buda. Chegou-se ao estado de Buda e Adana é o terceiro nome da oitava consciência. Muita gente fica preocupada em ganhar a Iluminação e isto soa como uma brincadeira, não é? O treinamento não é isto. Não é tão fácil assim. Temos de trabalhar bem dentro de nós.
A pessoa vive neste mundo sem saber o que faz. Jesus Cristo disse: "Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem". Sempre existe a preocupação com alguém que está fazendo coisas ruins. Alguns reclamam, mas a pessoa quando não sabe o que está fazendo não sabe se está fazendo o mal ou não. Ela não deve ser culpada. Tudo bem, ela pode não ser culpada, mas o karma está criado e a responsabilidade é inteiramente da pessoa. A ignorância é isso: é não saber as coisas.
A oitava consciência é a consciência depósito, enquanto a sétima se chama consciência contaminada. Vivemos agora aquilo que já está depositado em nossa consciência, nesse momento não pode ser alterado; não tem mais jeito. Mas o que eu registrar ou depositar na subconsciência nesse momento presente é de minha responsabilidade. A limitação da percepção do mundo depende da personalidade, cultura, educação, conhecimento, tradição ou ponto de vista de valores e preconceitos. A nossa percepção está limitada ao que recebemos, ou com o que fomos criados (condicionamentos).
Dependendo do que eu depositar, o mundo externo começa a mudar. Dependendo do que depositamos, às vezes vemos o que não existe. Isto acontece quando, por exemplo, estamos lendo o jornal. Há um tipo de teste para saber se você está velho ou não. Se, ao abrir o jornal, em primeiro lugar você quer ver quem morreu, uma nota de falecimento ou uma coisa preta com uma cruz, dizendo: "Morreu com 78 anos..." "Eu tenho 77", pensa o idoso que lê o jornal. Não somente os velhos morrem, mas os jovens não ligam para isso, a não ser que se trate de uma pessoa íntima, um parente ou amigo que tenha morrido. Dependendo do nosso interesse ou experiência, começamos, portanto, a ver as coisas.
Cada um de nós está armazenando sua experiência e karma, ou seja, cada um está vivendo no mundo que ele próprio criou com este karma que está acumulando. Então, você pode achar que não tem jeito de mudar - mas tem. Neste momento, aquilo que você está observando, aquilo que você está estudando, o que está pensando, é o que vai ser guardado, e com isso o mundo todo começa a mudar. Se realmente transformamos toda a nossa consciência em uma coisa pura, o mundo inteiro muda totalmente.
A oitava consciência tem três nomes: Alaya, Vipaka, Adana, mas depende do estado em que a pessoa estiver operando dentro dela. Alaya é o primeiro nome da oitava consciência. Indica aquele estado em que se está ainda apegado ou impressionado, com a sétima consciência, a da identidade do ego, a Manas Vijnana ou o egocentrismo. Por isso, até chegar ao estado do Bodhisattva, a ideia de ego prossegue como lembrança porque não entrou profundamente ainda na oitava consciência, ainda há lembranças dele na sétima consciência.
Em segundo lugar a Vipaka. Este estado significa que as coisas, ruins ou boas, são depositadas dentro da oitava consciência. Mas enquanto estão guardadas dentro da oitava consciência de Alaya são neutras. Esta semente não é boa nem má; ela é neutra. Havendo condições ela brota e aí pode dar a visão boa ou má.
A boa semente guardada é neutra, mas quando brota faz coisas boas. Isto quer dizer duas coisas. Mesmo que a pessoa esteja fazendo coisas boas, não precisa ficar vaidosa, porque na verdade a ação é neutra. Mesmo fazendo coisas ruins, também a ação é neutra, o que significa que ainda há possibilidade de melhorar. Há a possibilidade de salvação. E assim, a semente má e a semente boa podem se transformar em uma outra coisa. O processo de treinamento budista é isso, é como um glóbulo branco combatendo as doenças e matando os micróbios. Devemos trabalhar para a limpeza total, para a iluminação completa do ego, pois aí o mundo inteiro fica totalmente puro e perfeito e o exterior também fica totalmente, totalmente puro e limpo. Esta consciência se chama Adana, e já é o estado de Buda. Chegou-se ao estado de Buda e Adana é o terceiro nome da oitava consciência. Muita gente fica preocupada em ganhar a Iluminação e isto soa como uma brincadeira, não é? O treinamento não é isto. Não é tão fácil assim. Temos de trabalhar bem dentro de nós.
A pessoa vive neste mundo sem saber o que faz. Jesus Cristo disse: "Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem". Sempre existe a preocupação com alguém que está fazendo coisas ruins. Alguns reclamam, mas a pessoa quando não sabe o que está fazendo não sabe se está fazendo o mal ou não. Ela não deve ser culpada. Tudo bem, ela pode não ser culpada, mas o karma está criado e a responsabilidade é inteiramente da pessoa. A ignorância é isso: é não saber as coisas.
Um novo jeito de viver perto de tudo.
"Ao ler o estudante de História Rafael Lapuente no Facebook vi que a nossa história, os feitos que 'servem de modelo a toda terra', não se aplicam em Porto Alegre. Talvez no interior do estado. Aqui a regra é o dito 'progresso' acima de tudo. Segundo Lapuente já foi cogitado implodir o Mercado Público para a construção de uma perimetral. O celebrado jornalista Flávio Tavares tratou de abordagem semelhante na sua coluna dominical em Zero Hora. Imaginem Roma sem o Coliseu. Bom, assim como no futebol, os corneteiros sociais gritam de pronto: 'Comparar Porto Alegre com Roma?'. Que valor artístico, cultural, histórico e econômico, teria Istambul, Praga ou Buenos Aires, se no auge dos seus 240 anos começassem a destruir seu monumentos? O Olímpico e o Beira-Rio na recente Porto Alegre são monumentos pela imponência arquitetônica e pelo que se vivenciou nos seus limites. Recordamos com saudade dos nossos velhos estádios, Baixada e Eucaliptos. Porém são incomparáveis com o Olímpico e o Beira-Rio. Os muitos significados do Olímpico Monumental estão expressos na série #VoltaOlímpico do competente site Impedimento." (Rodolfo Mohr)
"Ao ler o estudante de História Rafael Lapuente no Facebook vi que a nossa história, os feitos que 'servem de modelo a toda terra', não se aplicam em Porto Alegre. Talvez no interior do estado. Aqui a regra é o dito 'progresso' acima de tudo. Segundo Lapuente já foi cogitado implodir o Mercado Público para a construção de uma perimetral. O celebrado jornalista Flávio Tavares tratou de abordagem semelhante na sua coluna dominical em Zero Hora. Imaginem Roma sem o Coliseu. Bom, assim como no futebol, os corneteiros sociais gritam de pronto: 'Comparar Porto Alegre com Roma?'. Que valor artístico, cultural, histórico e econômico, teria Istambul, Praga ou Buenos Aires, se no auge dos seus 240 anos começassem a destruir seu monumentos? O Olímpico e o Beira-Rio na recente Porto Alegre são monumentos pela imponência arquitetônica e pelo que se vivenciou nos seus limites. Recordamos com saudade dos nossos velhos estádios, Baixada e Eucaliptos. Porém são incomparáveis com o Olímpico e o Beira-Rio. Os muitos significados do Olímpico Monumental estão expressos na série #VoltaOlímpico do competente site Impedimento." (Rodolfo Mohr)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Quanto custa o carro para a sociedade?
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Tallinn (Estônia) é a primeira capital europeia com transporte público grátis.
"Você sabe como lavar os pratos todos os dias? Nós usamos a esponja para limpar os pratos. Mas com que freqüência pensamos se a esponja está limpa? Como a esponja não está limpa, os pratos não ficarão limpos. Temos muita ansiedade em fazer o Começar de Novo, mas na verdade o primeiro passo é voltar e fazer Começar de Novo com nós mesmos – limpar a esponja. A prática de Começar de Novo começa com uma esponja. Significa que começaremos de novo com nossos pensamentos, nossa fala e nossas ações do corpo." (Dang Nghiem)
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