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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

' ' Especialista em populismo, nazismo e comunicação na política diz que o jornalismo brasileiro terá que se reinventar e que a preocupação com o fato está perdendo cada vez mais relevância: "Só dizer que o fato não corresponde com o que está sendo dito não vai funcionar." Para a cientista política Paula Diehl, docente nas Universidades Humboldt de Berlim e de Bielefeld, a imprensa precisará se reinventar nesse contexto, investindo em análise e contextualizações.

"A imprensa precisa estar muito atenta às críticas e fazer uma análise de discurso quando um político fala que A é B, para mostrar os parâmetros que estão sendo utilizados para modificar o sentido das palavras e dos fatos. Ela precisa analisar e contextualizar. O jornalismo precisará investir nesse tipo de análise, pois só dizer que o fato não corresponde com o que está sendo dito não vai funcionar, é preciso mostrar passo a passo como as palavras daquele que está distorcendo os fatos estão mudando de sentido."

"Ser neutro não significa falar sempre bem e mal de cada um. Se um ator político é antidemocrático e é antidemocrático o tempo inteiro, isso tem que ser mostrado. Neutralidade não quer dizer distribuir críticas em quantidades iguais a todos os partidos políticos, mas sim utilizar os mesmos critérios para a crítica", destaca. ' ' (El Pais)

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