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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

"Ou vencíamos pelo volume, já que a nossa quantidade de posts era muito maior do que o público em geral conseguia contra-argumentar, ou conseguíamos estimular pessoas reais, militâncias, a comprarem nossa briga. Criávamos uma noção de maioria", diz um ex-funcionário [da Facemedia, empresa especializada em criar perfis falsos, com personalidades forjadas, que chamam de "personas"]. "Se três amigos seus falam que um carro de uma determinada marca não é bom, aquilo entra na sua cabeça como um conhecimento", diz Yasodara Córdova, pesquisadora da Digital Kennedy School, da Universidade Harvard. (BBC)

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