"Ou
vencíamos pelo volume, já que a nossa quantidade de posts era muito
maior do que o público em geral conseguia contra-argumentar, ou
conseguíamos estimular pessoas reais, militâncias, a comprarem nossa
briga. Criávamos uma noção de maioria", diz um ex-funcionário [da
Facemedia, empresa especializada em criar perfis falsos, com
personalidades forjadas, que chamam de "personas"]. "Se três amigos seus
falam que um carro de uma determinada marca não é bom, aquilo entra na
sua cabeça como um conhecimento", diz Yasodara Córdova, pesquisadora da
Digital Kennedy School, da Universidade Harvard. (BBC)
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018
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