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sábado, 5 de novembro de 2016

Nando Rocha: “Foi sofrido, foi suado, mas o Inter chegou lá”

Angustiante. Eletrizante. Parecia que não ia dar. Foi um primeiro tempo onde tudo deu errado. Valdivia fez um “salcedo”, Anderson parecia jogar por um xis calota, Aylon se movimentando bem, oportunista. Victor querendo estragar tudo. Foi um 2 a 1 fora dos planos. Dos camarotes, a SWAT e Piffero assistiam inertes os seus planos se esvaindo em boas atuações individuais de um time montado para perder.

No intervalo, Celso Roth consertou o time. Pediu para recuar e não avançar mais do que um jogador à frente da linha da bola. Orientou a zaga a não marcar Lucas Pratto. E então o Galo chegou lá. Quando notou que Valdivia tomava a iniciativa do contra-ataque, o retirou. E mesmo assim o time teimava em ter soluções ofensivas. Então, para não correr mais riscos, Celso Roth retirou os dois autores dos gols, Anderson e Aylon, mantendo Seijas fora, colocando, estrategicamente, Andrigo e Ariel, que, por óbvio, nem precisariam de instrução para não incomodar a defesa do Galo.

No fim, mesmo com imensas dificuldades, o Inter alcançou o seu objetivo: ser eliminado da Copa do Brasil. Por mais que tenha tentado contra o Santos, foi infeliz e acabou vencendo. Mas contra o Galo, cumpriu o planejado e provou para o Piffero que planejamento não é apenas quando se ganha. Nesse caso, é quando se perde, também.

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