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sábado, 8 de outubro de 2016

<< Contribuiu para reduzir o índice de desemprego no Reino Unido (5,6%) – apesar de alguns sindicatos, como o Unite the Union, o considerarem mais como uma “maquiagem” do que uma verdadeira redução. “Esse tipo de contrato outorga todo o controle ao empregador e deixa o empregado em uma situação terrivelmente instável e mais vulnerável a abusos”, resume Neil Lee, professor de Economia na London School of Economics (LSE). Os trabalhadores de ‘zero horas’ precisam estar disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana e, na maioria dos casos, têm uma cláusula que os impede de ter outro emprego. Além disso, muitos não sabem que horário terão de trabalhar e quanto vão ganhar. (...) “Contando com o dia de hoje, já são três dias sem notícias. Não recebi nenhuma mensagem, nenhuma chamada. Nada”, murmura Sarah. Seu semblante forte se evapora quando fala do temor de que a empresa a tenha dispensado. “Com esses contratos, eles nem precisam te despedir. Basta não te chamarem mais para trabalhar”, afirma. E se não há trabalho, não há salário. E também não há acesso ao seguro-desemprego nem outros subsídios. “Tampouco posso deixar esse emprego e procurar outro. Se fizesse isso, sairia do sistema de seguro-desemprego durante seis meses. É assim que eles nos tratam. É como uma escravidão em pleno século XXI”. >> (El Pais)

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