"Precisamos de muita energia para provocar uma mudança em nós mesmos e, assim, mudar a sociedade; mas gastamos nossa energia pelo conflito, pela resistência, pelo conformismo, aceitação e obediência. É um desperdício de energia quando tentamos nos adaptar a um padrão. Para conservar energia devemos estar cônscios de nós mesmos, como dissipamos energia. Este é um problema antigo, pois a maior parte dos seres humanos é indolente; eles preferem aceitar, obedecer e seguir." (Krishnamurti)
"Não sei se vocês perceberam que ao encarar um fato há uma liberação de energia, psicologicamente. A maior parte de nossas vidas é gasta no conflito. Nós não encaramos os fatos, mas corremos deles, em busca de várias formas de fuga. Isto é energia dissipada, e o resultado dessa dissipação é confusão. Se a pessoa não foge, se não traduz o fato em termos de seu próprio prazer e dor, mas meramente observa, então esse ato de puro olhar em que não há resistência é a liberação de energia." (Krishnamurti)
"O passado não é apenas os muitos ontens, mas também, cada minuto que vai sendo acumulado, a memória da coisa que acabou um segundo atrás. Este acúmulo na mente é, também, destrutivo da energia. Então, para despertar esta energia, a mente não deve ter resistência, nem motivo, nem objetivo em vista, e ela não deve estar presa no tempo como ontem, hoje e amanhã. Aí a energia está se renovando constantemente e, por isso, não se degenerando. Tal mente não está comprometida, ela é completamente livre, e só tal mente pode encontrar o inominável, essa coisa extraordinária que está além das palavras. A mente deve se libertar do conhecido para entrar no desconhecido." (Krishnamurti)
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014
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