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domingo, 14 de setembro de 2014
"O capitalismo — e não o carbono — é que está na origem das alterações climáticas que, em busca do lucro, nos conduzem inexoravelmente para um apocalipse ambiental. Se o próprio capitalismo é uma causa principal das alterações climáticas, não faz sentido esperar que as grandes corporações, mesmo que associadas a grupos ambientais, ponham o planeta à frente do lucro. Agora só os movimentos sociais de massas nos podem salvar. Porque sabemos para onde vai o sistema atual, se não for contido. Precisamos nos libertar do fundamentalismo de mercado e implementar um planejamento a longo prazo, uma legislação rigorosa das empresas, mais impostos, mais despesa do governo e reverter privatizações para devolver a infraestrutura-chave ao controle público. A Terra não é nosso prisioneiro, nem paciente, nem máquina, nem, de facto, um monstro nosso. É todo o nosso mundo. E a solução para o aquecimento global não é consertar o mundo, é consertar-nos a nós mesmos. Em vez de restaurar o equilíbrio ambiental, experiências científicas com o planeta e as consequências desconhecidas de se criar um mundo Frankenstein, em que vários países lançam projetos simultaneamente de tecno-consertos, irão apenas perturbar ainda mais o equilíbrio da terra, cada um criando uma série de novos problemas, exigindo uma cadeia sem fim de mais consertos. É necessário um desinvestimento, não para levar companhias de combustíveis fósseis à falência, mas o que para levar à falência a sua reputação e tirar-lhes poder político. E mais importante ainda, o desinvestimento abre a porta ao reinvestimento." (NAOMI KLEIN)
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