Caros amigos,
sei que o blog é um espaço importante para a manifestação e pediria que vocês publicassem esse desabafo. Há anos as direções de festa estão querendo acabar com algo que faz parte da tradição de todas: o meu direito de fazer a piada do Pavê.
O quê seria de uma festa de família sem eu para perguntar, na hora da sobremesa: “é pa vê ou pá comê?” A minha pergunta é o momento mais esperado dela. Não existe festa sem a piada do Pavê. É um modelo de festa que todas as outras festas imitam. Eu inaugurei uma nova maneira de curtir a festa, um clímax. Todos vão para a festa esperando eu fazer a piada do Pavê. Dizem que já não é mais como era, que perdeu a graça. Que é CHATICE minha! Como se alguma coisa tão grande quanto a piada do Pavê fosse passageira! A piada do Pavê é a alma da festa. Sem ela a festa parece um velório.
É a turma da patrulha do comicamente correto que vem com seu marxismo cultural transformar a festa, que é uma festa, bonita, com Pavê, em uma bundamolice. Onde já se viu uma festa sem a piada do pavê? É uma censura absurda impedir alguém de dizer “É PA VÊ OU PA COMÊ” quando um Pavê aparece na mesa! É aquilo que querem que tu pense: que a piada do Pavê é errada. Não é! Ela é certa!
Mas se isso tudo ainda não fez vocês acreditarem, pelo menos sejam sensatos. A culpa não é minha, é do Pavê. Pa vê é uma junção gramatical que une um verbo (ver) com uma preposição (para). Não é nada chato e sem noção, é GRAMÁTICA. É CIÊNCIA. Eu vou continuar gritando pelo meu direito de dizer É PA VÊ OU PA COMÊ. Na próxima festa vai ser mais forte. Eu não posso ser tachado assim, de chato, por falar uma coisa que é tão legal. Isso é injustiça.
Jamais me calarão.
Tiozão do Pavê.
2.
"A reação que descrevi, me colocando como vítima, é forçar a barra. Ela se sustenta no direito que eu tenho de chamar alguém de otário e exigir que essa pessoa não se ofenda. E esse direito simplesmente não existe. Como a base é irreal, todo o processo de me transformar em vítima se torna sem sentido, ridículo. Como vocês notaram. (...) Por falar em ofensa, espero que vocês tenham entendido o que quis fazer. E me perdoem pelo método violento de fazer. A gente sempre pode evitar. Eu simplesmente não quis. Achei que ia ser mais fácil assim. Pensem nos seus atos." (Fagner, gremista, GremioLibertador.com)
3.
"Nota ao imbecil que foi ao estádio vaiar o Aranha: tu é o tio do Pavê. Um cara completamente sem noção exigindo o direito de ser escroto. Um nenê de três aninhos babo com o tio Alanha bobo e cala de meleca que num mi dexa xingá. A tua vaia foi a coisa mais vergonhosa de TODOS os tempos do Grêmio. Um imbecil sem moral que se acha injustiçado como um cara que atropelou uma criança e põe a culpa nela porque ela estava fora da faixa. Tu é o que eu mais desprezo no mundo. E espero mesmo que o Grêmio tome 145 jogos de suspensão, só pra tu te foder mesmo. Cresce, otário. (Não se aplica, obviamente, à minoria irrisória que não se deixou levar pelos babacas. A vocês, muito obrigado por serem gente)." (Fagner, gremista, GremioLibertador.com)

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