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domingo, 13 de outubro de 2013
"Se você tivesse que elencar os melhores momentos da história da música pop, o verão de 1997 provavelmente não estaria em seu top 50. Ela não é exatamente lembrada como uma era dourada, e com uma boa razão: a música número um da metade de junho até o final de agosto foi I'll Be Missing You, do Puff Daddy; os principais álbuns eram Spice Girls' Spice, Bob Carlisle's Butterfly Kisses (Shades of Grace) e a trilhas sonora dos Homens de Preto. E também um desenvolvimento histórico importante aconteceu nessa época, e involveu a morte não-oficial do gênero uma vez chamado de 'alternativo'.
Eu trouxe isso à tona porque eu acredito que estamos no meio de uma fase similarmente significante neste outono de 2013 — exatamente a morte da versão atual do alternativo, o 'indie'. No mês passado, houve uma série de lançamentos — Haim's Days Are Gone, Chvrches' The Bones of What You Believe, Lorde's Pure Heroine, Icona Pop's This Is... Icona Pop e 1975's 1975 — que foram classificados como 'indie pop', ostensivamente porque se posicionam foram do pop tradicional, assim como o Pearl Jam um dia foi classificado como fora do rock tradicional. Mas, nesses discos, em som e forma, não há nada estranho ou experimental. (O mesmo pode ser dito de discos pop lançados no começo deste ano, como Charli XCX's True Romance, AlunaGeorge's Body Music e Ariana Grande's Yours Truly.) São bem produzidos, grudam, agradam e são feitos nos moldes das tendências de successo. Eles são simplesmente discos pop que são pop." (Steven Hyden/Grantland)
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