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sexta-feira, 18 de outubro de 2013
"A produção científica brasileira gera cada vez mais artigos, mas poucos produtos inovadores. Quando se trata de pedir registro de novas patentes à OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), os números são embaraçosos. Em 2012, os EUA entraram com 50 mil novos pedidos; China, 17 mil; Coreia do Sul, 11.000. Brasil? Pouco mais de 600. Por que o Brasil vai mal em inovação intensiva em tecnologia quando o mundo nos vê criativos e empreendedores? Nossa criatividade voltada ao mercado é bem-sucedida: o aclamado design das Havaianas e os cosméticos ecologicamente corretos da Natura são bons exemplos. Mas a inovação brasileira é do tipo 'adaptação criativa', não a schumpeteriana 'destruição criativa', que reinventa setores e inaugura ciclos econômicos. É a isso que convida a política industrial de substituição de importações dos últimos dez anos." (MARCOS TROYJO)
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