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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Foto: Ieve Holthausen
“Estou numa cruzada. Quero desconstruir a ideia que as pessoas têm do tricô e do crochê”, anuncia a gaúcha Helen Rödel, 28 anos. Natural de Lajeado, a estilista encontrou nessas duas antigas técnicas manuais plataformas valiosas para a criação. Proprietária de uma grife há apenas quatro anos, ela caiu nas graças de marcas como Ellus e Redley. Em 2009, viu suas peças desfilarem na vanguardista semana de moda islandesa, evento que já teve como patrona a estilista inglesa Vivienne Westwood.

A moda fisgou Helen ainda criança. Durante as férias de verão na casa da avó, espiava as primas mais velhas folheando revistas dedicadas ao métier e ficava hipnotizada. “As publicações tinham uma mística que eu não entendia”, diz. Aos 12 anos, já colecionava imagens de moda: passava as tardes criando colagens com as páginas. Mesmo assim, foi preciso começar dois cursos superiores diferentes (e desistir deles) até se render. Já estudando para se formar estilista, pediu a uma amiga que fizesse em crochê um vestido que idealizara. “Ele percorria uma gradação de cores desde o verde-chão até o azul do céu mais profundo. Batizei a peça de Dandy Lion”, conta Helen, que sem perceber recuperava então uma tradição familiar com o trabalho manual – sua mãe tricotava suéteres e ela mesma sabe fazer tricô e crochê. Em pouco tempo, abandonou o tecido plano para se dedicar somente às duas técnicas. Seu processo criativo ainda remete às colagens: está sempre procurando o que há de mais luminoso e onírico. (Revista Bravo)




As cores bonitas da Helen Rödel 

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