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terça-feira, 3 de abril de 2012

Impecável, The Wall supera o conceito de show e Roger Waters apresenta espetáculo teatral e grandioso

Com uma espécie de estética circense de protesto, a apresentação do ex-baixista do Pink Floyd passou pelo estádio do Morumbi neste domingo, 1
(Thais Azevedo/Rolling Stone)

[Começou mal, no subtítulo: "circense" e "de protesto" - nada mais antiarte.] Todas as hipérboles positivas [será que podem haver hipérboles positivas em arte?] que se pode pensar para um espetáculo artístico cabem na descrição do que é The Wall Live. Claro que a simples informação de que há um muro montado com 424 tijolos em cima do palco já faz com que se espere mais do que um simples show da apresentação do ex-baixista do Pink Floyd. [OK, quem quiser ter sucesso com sua obra é só montar um muro com 424 tijolos: já sai ganhando...] Mas a quantidade de estímulos visuais, ideias e simbologias que couberam em duas horas de performance em São Paulo neste domingo, 1, (divididas em duas partes mais ou menos iguais, com um intervalo de 20 minutos entre elas) fizeram o estádio do Morumbi lotado se curvar diante da genialidade do músico e de toda a cenografia desenvolvida para a turnê.

Não era necessário ser fã de longa data do Pink Floyd ou um profundíssimo conhecedor do icônico disco The Wall (1979) para apreciar a peça [é, podia ser surdo ou odiar música]. Sim, porque o show lembrou mais um teatro. O setlist, claro, não se altera, não há qualquer surpresa: o disco é sempre tocado na íntegra e o roteiro foi seguido à risca, como se fosse uma daquelas óperas visualmente deslumbrante. (...)

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