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quarta-feira, 7 de março de 2012

‎"Espanta a capacidade de Refn de deixar tudo dito com simples elementos: o gesto de proteção do protagonista que precede o beijo, a fúria de sua reação para proteger a mulher amada movida pelo instinto, não pela razão; a surpresa de Irene com uma faceta revelada pelo lacônico homem sem nome. A potência de Drive está em Refn dar chance a tudo que está em cena significar algo. É por sua surpreendente auto-consciência, noção de seu lugar no mundo e por voltar seu olhar para o homem e suas ações que Drive é, além de potente obra, um filme contemporâneo." (Raul Arthuso)

Um comentário:

Gabriel Pardal disse...

Exatamente. E é um sopro lindíssimo em toda esse modernismo cinematográfico de multi-imagens, pós-Mtv e pós-internet. Drive é um filme lento. Às vezes ele reforça isso usando a câmera lenta. É um filme minimal. Em interpretação, em enredo, em planos de câmera...

Gostei muito do Millenium do David Fincher também. Mas é exatamente o oposto de Drive. Árvore da Vida do Mallick também é o oposto. Não há melhor ou pior, mas é extremamente prazeroso ver uma coisa (Drive) que não tenta te encher de impressões, nem belezas, nem firulas, nem trololós, para que você fique impressionado.

Por isso sou fã do Harmony Korine. Mas aí é outro lugar. Outro papo. Outra vida.