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segunda-feira, 26 de março de 2012
Em 2002, em Porto Alegre, o Roger Waters tocou músicas de vários discos do Pink Floyd e dos discos da carreira solo, bem mais recentes do que Pink Floyd, inclusive. O foco era o som, a música. Agora que tem megaespetáculo visual, e que é só o disco famosão (da Música do Helicóptero), todo mundo fala e se maravilha e a mídia baba. Um primo da Angela Francisca disse que não se importaria de ver o show tampando os ouvidos, que já valeria a pena. A própria minha esposa falou exatamente o oposto: ela disse que uma das melhores coisas no show de ontem era fechar os olhos e só ouvir a música.
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2 comentários:
Eu não fui por essas e outras razões ($$$), mas assumo meu descontentamento quando a coisa é visual demais. Música não tem nada haver com a visão, tem? Posso estar errado, você parece mais capaz de dizer isso. Mas meu gosto é esse. Detesto a palavra: Superprodução. As pessoas, a mídia, etc, adora falar Superprodução pra lá e superprodução pra cá, como se isso fosse apenas uma qualidade positiva. Pra mim, muitas vezes, significa algo negativo. Enfim, concluindo numa piada: esse show do Roger Waters foi dirigido pelo Steven Spilberg?
Hoje eu tô falando pra caramba. Putamerda.
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