"A necessidade mítica do homem ocidental exige a imagem de um mundo em evolução, que tenha um começo e um objetivo. O ocidental rejeita a imagem de um mundo que tenha um começo e um simples fim, da mesma forma que repele a representação de um ciclo estático eterno, fechado sobre si mesmo. O oriental, pelo contrário, parece poder tolerar essa idéia. Não há, evidentemente, consensus geral sobre qual seja a essência do mundo e os próprios astrônomos não puderam ainda chegar a um acordo a respeito desta questão. Ao homem do Ocidente o absurdo de um universo simplesmente estático é intolerável. É preciso pressupor-lhe um sentido. O oriental não tem necessidade alguma de tal pressuposto, pois que ele incorpora esse sentido. Enquanto o ocidental quer completar o sentido do mundo, o oriental esforça-se por realizar esse sentido no homem, despojando-se ele mesmo do mundo e da existência (Buda)." (JUNG, Carl Gustav.
Memórias, sonhos e reflexões.)
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terça-feira, 31 de maio de 2011
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