Mais uma que fica melhor com cabelo preto. Também teve Patricia Arquette, Charlize Theron, Uma Thurman, Madonna, Sheryl Lee... Se bem que a Christina Ricci ficou bem bonita com cabelo loiro em 'Sleepy Hollow' e 'Buffalo '66'. 'Nome próprio' talvez seja um ótimo filme, mas preciso vê-lo de novo para tentar dissolver a péssima impressão com o final. Agora virou moda de filme cult novo brasileiro terminar com o título do filme em letras garrafais - 'O invasor' e 'Estômago' também fizeram isso. O fim de 'Nome próprio' não tem nada ou quase nada a ver com o resto dele. A fonte usada para as letras garrafais também não tem nada a ver. Mas posso adiantar, depois dessa primeira vista, que o filme tem talvez o mais bonito enquadramento de cena de sexo de todos os tempos: de noite, na beira do mar, só areia em volta e as marcas dos movimentos de braços e pernas na posição papai-e-mamãe. E a Leandra Leal - que está nua provavelmente em mais de 50% do filme - é bonita, "gordinha" e vinha de papéis (até onde eu vi) de boa moça. O que me angustiou mais na história é a dinâmica da mais típica paixão adolescente feminina: paixão avassaladora, rápida decepção e sofrimento avassalador, para engatar rapidamente numa nova paixão avassaladora, geralmente sem reais indícios de que há uma correspondência. E mais uma vez um livro de ex-COL gera um filme sobre um personagem que tem dificuldades com dinheiro e de se importar com mais do que o mínimo.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Mais uma que fica melhor com cabelo preto. Também teve Patricia Arquette, Charlize Theron, Uma Thurman, Madonna, Sheryl Lee... Se bem que a Christina Ricci ficou bem bonita com cabelo loiro em 'Sleepy Hollow' e 'Buffalo '66'. 'Nome próprio' talvez seja um ótimo filme, mas preciso vê-lo de novo para tentar dissolver a péssima impressão com o final. Agora virou moda de filme cult novo brasileiro terminar com o título do filme em letras garrafais - 'O invasor' e 'Estômago' também fizeram isso. O fim de 'Nome próprio' não tem nada ou quase nada a ver com o resto dele. A fonte usada para as letras garrafais também não tem nada a ver. Mas posso adiantar, depois dessa primeira vista, que o filme tem talvez o mais bonito enquadramento de cena de sexo de todos os tempos: de noite, na beira do mar, só areia em volta e as marcas dos movimentos de braços e pernas na posição papai-e-mamãe. E a Leandra Leal - que está nua provavelmente em mais de 50% do filme - é bonita, "gordinha" e vinha de papéis (até onde eu vi) de boa moça. O que me angustiou mais na história é a dinâmica da mais típica paixão adolescente feminina: paixão avassaladora, rápida decepção e sofrimento avassalador, para engatar rapidamente numa nova paixão avassaladora, geralmente sem reais indícios de que há uma correspondência. E mais uma vez um livro de ex-COL gera um filme sobre um personagem que tem dificuldades com dinheiro e de se importar com mais do que o mínimo.
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2 comentários:
COL? Não estou familiarizado com o termo.
COL é a abreviação para CardosOnline, um fanzine porto-alegrense por e-mail que revolucionou a internet no Brasil.
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