Follow douglasdickel on Twitter
www.flickr.com
[douglasdickel]'s items Go to [douglasdickel]'s photostream


Instagram
http://soundcloud.com/input_output
:: douglasdickel 18 anos de blog :: página inicial | leituras | jormalismo ::
:: trabalho artístico :: projeto musical input_output | desenhos | fotografia instagram | fotografia flickr | pesquisa de discos | pesquisa de filmes | programa podcast musical ::
:: catarses musicais inativas :: hotel | blanched | o restaurante | homem que não vive da glória do passado ::
:: no pé da página :: currículo | discografia ::

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Sonhei com um chaveiro de peixe gigante. Seria genial eu usá-lo com as minhas chaves. Achei várias coisas em gavetas quase vazias de móveis velhos. Eles estavam num apartamento que era para ser aquele em que morei em Juiz de Fora, da concepção aos 2 anos de idade. Chorei matando saudades no sonho e acordei chorando. Noutra parte, caiu um molar meu, e ele era muito grande. A minha dentista era a minha psiquiatra, e ela estava preparando a cirurgia na minha casa mesmo. Esta semana eu já estaria de férias, mas meu chefe me pediu para adiá-las uma semana, e não haveria por que eu não dar essa mão para ele. Acabei fazendo dois trabalhos novos: na terça-feira, secretariei a minha primeira audiência em Porto Alegre (eu fazia isso em Taquari), assessorando uma juíza substituta muito linda e simpática e objetiva e firme e competente, de 27 anos. Também aprendi a expedir notificações para prazos simples, ou seja, apenas para o reclamante ou para a reclamada. Fiz uma pilha de de uns 70 processos só ontem, o que me deixou exausto, e eu saí às 20h30 do trabalho. Hoje é meu último dia, então, pois minhas férias começarão no final do expediente. Pretendo fazer a mistura (como os portugueses chamam a mixagem) do 'Segundo andar', do Hotel. Conforme for, também tento começar o segundo input_output e fazer mais daquelas poesias que são recortes de jornal reorganizados por mim. Aliás, o conto aquele, baseado no 'NYC ghosts & flowers', do Sonic Youth, eu terminei e mandei ontem para a Mojo Books. Aguardo a avaliação deles. Gostei muito do resultado. Segunda-feira também foi o dia de eu receber dois ótimos convites, um pessoal e um para o input_output ao vivo. No momento oportuno, falarei mais sobre isso. Por enquanto, registro aqui que tocaremos no terraço do prédio do Mateus, na Ramiro, no dia 15 de março, uma tardinha de sábado. O evento é um oferecimento à amiga Jéssica Preuss, que foi quem deu o impulso para um novo show desse meu querido projeto. Ontem levei os gatinhos para vacinar. Coloquei a bolsa com eles no meu carro recém-comprado (sim, depois de cinco anos sem!) e acabei fechando a porta com as chaves dentro. Eles ficaram meia hora no calor, coitadinhos, o Pequeninho chegou a ficar com a língua de fora. Mas a consulta foi um barato, eu gosto muito da veterinária Carolina. Ela percebeu o quão tapetinho o Pretinho é, com uma pele macia sobrando por todo o corpo, se puxar. Ela elogiou os dois pequenos e eu fiquei orgulhoso deles. O Pequeninho engordou de novo mais que o Pretinho. Eles estão comendo adoidados, comprei pela primeira vez um saco de 7,5 kg da Royal Canin Kitten 34. Esta semana, a Cvalda pela primeira vez fez questão de comer ao lado dos dois, inclusive há uma foto no meu Flickr registrando isso. O Pequeninho aprendeu a tomar água na pia sem se molhar todo, mas a Carolina disse para eu não incentivar isso, porque macho precisa tomar bastante água, e, se depender de alguém abrir uma torneira, isso não vai acontecer. A musculação está indo bem e o futsal já recebe os benefícios dessa minha nova atividade física. Ontem recebi massagem, na academia, e o massagista descobriu o que está acontecendo no meu pé direito, sendo que o ortopedista não descobriu. Nada como a experiência. O meu momento todo atual, auxiliado pela psicoterapia e pela farmacoterapia, tem me deixado emocionalmente estável pela primeira vez em sei lá quanto tempo, talvez na vida. Na outra vez em que eu tomei antidepressivos, eles não funcionaram nada. Agora a paroxetina está funcionando, três vivas para ela. Estou conseguindo encarar bem as flutuações diárias, tendo em mente que logo depois da baixa vem a alta, isso se nós não nos ancorarmos na baixa - que é o que eu andei fazendo. Voltando a falar do trabalho, a minha colega mais próxima trocou de setor esta semana, o que é uma lástima e um marco na minha existência na 8ª VT. Ela foi uma pessoa importante para mim, principalmente antes e depois de ela sentar ao lado de uma estagiária, porque, nesse entremeio, ela me trocou por ela. Na despedida, nós dissemos ao mesmo tempo: "Quem sabe agora a gente se encontra fora daqui." A parte boa é que o substituto dela é um grande cara, o Roberto, um aficcionado por música, sobretudo por world music, apesar de querer levar o 'OK computer' para a ilha deserta. Estamos combinando várias trocar e empréstimos mútuos de discos, arquivos e DVDs. Segue o baile.

Nenhum comentário: