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segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Fui ao Gre-Nal. (Um a zero para o Grêmio foi igual a: sofremos apenas uma avalanche.) Como resultado estético, independente dos meios, atores e objetivos, um jogo de futebol no estádio aproxima-se bastante da catarse musical de input_output e Hotel. Os picos de ruído da torcida equivalem aos picos de catarse do Hotel e do fim dos shows do input_output LIVE. Os braços subindo diagonalmente sincronizados e formando ondas pela sincronia imperfeita equivalem a estruturas de arranjos e ondas de texturas sonoras. No entanto, por outro lado, nada pode ser mais o oposto da minha vida do que eu jogo de futebol no estádio. A única coisa importante é estar lá e dizer sem parar que torce para aquele time "até morrer"; puro exercício do instinto violento de confronto de tribos, dicotômico ao extremo; o grito de ordem não é "joga" ou "faz bonito", mas "quebra ele"; apesar de catárticos e mântricos, os cantos acabam enjoando, muito antes do fim do jogo, com a repetição; e eles são baseados em palavrões sem graça; não há respeito, nenhum respeito; e nenhum cérebro.
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