Eu já achava que o Alexandre Matias era o crítico musical mais superestimado do Brasil, até porque acho que ele é considerado o melhor crítico musical do Brasil. Até hoje, não li crítica dele que fizesse algum sentido, que contivesse elementos compatíveis de forma a se combinarem numa idéia real a respeito do disco. Só que o texto que ele escreveu na Bizz de junho, entitulado "Faça rock, não faça guerra", bateu todos os recordes dele e provou que o cara tem bom português e muita sorte.
"(...) você está cada vez mais cercado por novos artistas de música. Mais: estamos, todos, lentamente, nos tornando isso. (...) Se cinema, literatura e artes plásticas pedem um mínimo de técnica para o leigo se tornar profissional, o rock não pede nada. Qualquer troglodita, nerd, imbecil ou carola pode fazer rock - e cada geração pede menos técnica: primeiro o zunido das guitarras, depois o riscado dos toca-discos, agora beats de clique de mouse. O rock (a música, a arte) torna-se cada vez mais acessível e perde o glamour, que é justamente o que emperra o progresso da cultura."
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