Putz. Injustiças. Reações inversamente proporcionais à Nay. Lembra um pouco o pequeno Marcus. E a minha história de colégio, apesar de eu não ter tido o bom gosto que ela tem com 15 anos, quando eu estava no terceiro ano.
Hoje quase chorei na classe, e pensar que eu nunca me importei com as opiniões dos outros. Mas, desta vez machucou. Primeiro foi: "Tu tá doente? Tá tão pálida", "Tu não consegue ser menos nerd?" Eu não tomo sol, não me dou bem com ele, não é só porque eles são os superqueimadossuadossurfistascalhordas que eu vou passar a me fritar no sol.
Eu gosto de ter aula, me sinto bem aprendendo alguma coisa. Eu amo ler e amo fazer isso em qualquer lugar. Definitivamente eu acho que SÓ eu estou no terceiro ano, eles estão na primeira série. Colégio me deprime muito. Me deprime como as pessoas tem uma grande falta de interesse em aprender e adquirir alguma cultura. Sério, eu quase chorei quando eu vi as menininhas da classe zuando o professora. Bem a professora de matemática que eu amo tanto...
Quando eu cheguei em casa eu chorei muito, muito mesmo, é horrível pensar que tantas pessoas desperdiçam dinheiro dessa maneira. Tantas queriam estar no lugar delas e elas lá. Mas, a vida é delas...
Eu só peço que me deixem em paz e não me zoem porque eu leio Bukowski no intervalo.
A história do bronzeado é a mais grave, porque extrapola o retardamento mental dos colegas dela e alcança o retardamento mental de toda a população. Pessoa bronzeada parece que foi carbonizada. E não teve outra coisa melhor com o que ocupar a mente do que ficar ali se carbonizando em nome do absurdo. Quanto ao interesse pelas aulas, cá estou eu, o célebre c.d.f. da turma.
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