O moralismo sexual está de volta. Desta vez, patético. Parei atrás de uma menina com uma saia curta feita de bermuda cortada e pernas bonitas, de fora, com uma tatuagem na direita. Esperar o metrô na Estação Mercado. Quando chegou o trem, ela sentou num banco de dupla de costas para a direção a que o trem iria. Eu, nos bancos mais coletivos na lateral, perto do banco da menina. Ela sentou e colocou a camisa de manga comprida que ela estava carregando em cima das pernas, tampando-as. A perna direita, com a tatuagem, ela tampou com uma pastinha, daquelas quadradas com elástico que eram moda no fim dos anos 80. Colocou entre a base do banco da frente e a perna direita. A esquerda ela retraiu para debaixo do próprio banco. Não devia ter feito tatuagem nem deve usar roupa curta.
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