Esta era a minha turma do segundo grau num colégio de freiras em Taquara: "O Brack escondeu os estintores durante meses debaixo daqueles bancos e um deles sumiu (hehe)... As frutas eram bergamotas que apareceram em dois ou três sacos enormes ali naquele andar e que a gente despejou debaixo dos bancos e esqueceu... meses depois a gente lembrou por causa do cheiro que vinha dos bancos e quando vimos tava tudo podre e cheio de bichos... A laranja era na cabeça do cristo pequeno que ficava no canto da sala e o Buchecha pau no cu dedurou... aliás, naquele ano, ele sempre fazia isso... A estátua da santa rodou pelos corredores, foi parar na banheira, na escada, no pátio, até escondida durante semanas ela ficou... Mas vai uma revelação desse ano: escondemos durante um tempão, na lavanderia, um bebedouro... lembro que eu e o Batata vimos o bebedouro dando sopa no corredor e saímos com ele no colo, descemos dois lances de escadas, cruzamos um corredor e escondemos ele na lavanderia, embaixo duns panos e atrás duns baldes... e lá ficou... hehe Lembram daquele banheiro das irmãs que ficava do lado da nossa sala e que um belo dia alguém abriu a porta com uma tesoura? A gente pegou as pastas de dente e escovas das freirasa e colocamos em cima da mesa dos professores, com copo d´água e tudo, e ainda escovaram os dentes do cristo... hehe" (Meldrick Taylor)
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