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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Tão importante quanto saber pedir desculpas é saber aceitar desculpas.
Ajude a interpretar estas duas frases publicitárias:

"Hospital Moinhos de Vento: o impossível é questão de tempo"

"Hospital Moinhos de Vento: o impossível é questão de conhecimento"
"Eu não vi vídeo nenhum porque não sou obrigada, mas pelo que pude entender o b. condena quem põe o dedo no próprio rabo enquanto ovaciona os que enfiam rato na vagina de mulheres. É esse o resumo, mais ou menos?" (@MarcelaHippe)
A Bruna Marquezine ficou magra demais e disse que emagreceu porque se sentia mal, se achava gorda. As pessoas estão criticando sua magreza excessiva e ela respondeu questionando os padrões de beleza impostos. Fiquei confuso.
Segundo Albert Mehrabian, professor da UCLA considerado um dos pioneiros da pesquisa sobre linguagem corporal, na comunicação face a face:

7% é verbal (isto é, as palavras utilizadas)
38% é vocal (isto é, envolve tom de voz, entonações, etc.)
55% é expressão facial


Já na comunicação via telefone, as palavras aumentam um pouco de importância:

82% é o tom de voz utilizado que faz a comunicação
18% são as palavras usadas
"Se o bullying causasse tiroteios em escolas, você veria atiradores trans, atiradores LGBT, atiradores do sexo feminino, atiradores negros e pardos. O bullying não causa tiroteios nas escolas; o direito adquirido é que causa. E os garotos brancos são, de longe, o extrato demográfico mais privilegiado. Aos garotos brancos foram prometidos riqueza, poder e mulheres objetificadas, em todas as formas de mídia, desde a infância. E quando eles não recebem isso, eles reagem da maneira que a mídia de massa lhes ensinou: com violência gloriosa." (Autor desconhecido, via Lívia Perrone Pires)
"Atendimento" e "atender" têm a mesma etimologia de "atento" e "atenção".

Se você está imerso em seus próprios pensamentos, e não no momento presente, você não está atendendo.
Em comemoração aos 21 anos do lançamento de 'TNT', Tortoise apresenta o disco inteiro ao vivo.
"É de uma pobreza inenarrável a necessidade de mostrar-se rico." (Padre Fábio de Melo)
"O ego é sustentado por contínua resistência." (Eckhart Tolle)
"Se você é empurrado por sua energia de hábito a dizer algo, não diga. Em vez disso, leve um caderno e anote. Um ou dois dias mais tarde, leia o que você escreveu, e pode descobrir que teria sido uma coisa terrível de dizer. Então, lentamente você se torna mestre de si mesmo, e você saberá o que dizer e o que não dizer." (Thich Nhât Hanh)
"A quietude [da mente, não do ambiente] é onde a criatividade e as soluções para os problemas são encontradas." (Eckhart Tolle)
"Minha rede de twitter intelectualizada está tirando onda que Bolsonaro disse que não nasceu para ser presidente, mas militar. Nos grupos de ZAP bolsonaristas: acharam excelente. Isso reforça que a política é 'suja', que ele estaria fora e ACIMA disso por ser militar. Dois mundos." (Rosana Pinheiro-Machado)
"Queremos uma garotada que não se interesse por política, mas possa ir ao espaço."

Não precisa dizer o autor da frase.
Eu nasci 11 dias depois que a Fiona Apple nasceu.
Adolfo Luxúria Canibal, para Fábio Massari: 

"Como Os Cantos de Maldoror é um livro de referência para a Mão Morta - sempre foi um livro citado por livros, sempre foi um livro de cabeceira nosso -, desde essa altura, Miguel Pedro, que é o baterista da Mão Morta, insistia: 'E se nós avançássemos com um espetáculo desses, com essas características, mas a partir do Lautréamont? De Os Cantos de Maldoror?'. E eu conheço bem os cantos e sei a dificuldade que é ler os cantos, quanto mais sem os trair, transformá-los num outro tipo de linguagem e usá-los com um outro espaço. Nesse caso, o palco. E sempre fui dizendo que não, que não, que não, que não, que isso eralm impossível, que isso era uma ideia maluca, que não funcionava. Bom, finalmente, por tanta insistência, acabamos por dizer que sim e avançamos. E só a pensar como é que haveríamos de transpor uma obra literária com a riqueza e com a dificuldade que tem Os Cantos de Maldoror para um outro tipo de espaço, que tipo de ideia, que tipo de mecanismo iríamos utilizar para que a transposição não traísse a obra original, só isso demorou cerca de 3 anos. Finalmente, conseguimos pegar uma ideia do quarto de brinquedos. Portanto, o espaço-chave onde a imaginação e a realidade se entrecruzavam, onde a criança poderia brincar e onde nada seria inconcebível porque tudo está na imaginação da criança, e criança tem uma imaginação fértil imparável, não é? De maneira que, a partir dessa ideia, conseguimos escolher alguns excertos dos cantos que fossem mais significativos, que eram para um tipo de ação, que eram para um tipo de linguagem, que eram para um tipo de mecanismo literário que Lautréamont utilizou, que fossem mais significativos do que seriam ao canto, até porque o canto não tem uma história propriamente. Há um início de uma história que é constantemente interrompido por outros inícios, elucubrações, por outros pensamentos, e ele anda sempre à volta. Há uma espécie de turbilhão sem fim em que o leitor está sempre perdido. Tem até essa ideia de que não poderia haver uma história no palco. Era uma ideia essencial a se ter porque, se nós fizéssemos uma história, que era a coisa mais fácil para prender o espectador, nós estaríamos a atraiçoar o original. Portanto, havia de manter essa ideia de não haver uma história. E como é que poderíamos manter a atenção do eventual espectador sempre aberta e sempre alerta sem haver uma narrativa clássica propriamente dita? Portanto, esse foi o grande dilema que nós - acho - conseguimos resolver. Tivemos a ajuda de um encenador. O trabalho, para nós, era demasiado. Precisávamos de alguém que tivesse conhecimentos técnicos e específicos da encenação e então socorremo-nos de um encenador profissional, o António Durães. E, a partir de um diálogo constante com ele, conseguimos então criar esse espetáculo em que todos esses excertos funcionavam uns com os outros quase como quadros que se interrompiam, que se desviavam sem chegar a um final - sem chegar a um final porque o final acaba exatamente como começa o espetáculo. Portanto, há, ali, uma espécie de retorno sem conclusão, mas onde os acontecimentos, as novidades estão sempre a acontecer. E esse acontecer de novidades constante acaba por prender a atenção do espectador."