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quarta-feira, 7 de março de 2018
<< Posso rir em Corra! porque as situações constrangedoras pelas quais Chris passa são cenários comuns do meu cotidiano. As risadas incrédulas tornam essas situações suportáveis. Os liberais brancos que vi gargalhando disso perderam o ponto e aparentemente viram o filme só como uma comédia, não um comentário sobre suas próprias falhas. Digo liberais porque duvido que o pessoal da direita clássica ou alternativa vai se aventurar a sequer chegar perto do filme depois de descobrir o tema. Eles provavelmente vão chamar o filme de antibranco e discurso de ódio, enquanto continuam soprando ar quente na aeronave precária sustentando Trump no ar. São liberais brancos que vão assistir Corra! como exercício de suas crenças “radicais”, sua capacidade de navegar entre identidades políticas e sair delas cheirosinho. E são os liberais brancos que vão habilmente se afastar do tema para se verem apenas como espectadores, e não como perpetradores capazes de exercer as mesmas macro e microagressões pelas quais Chris (interpretado por Daniel Kaluuya) passa, nas mãos da família progressista de classe média da namorada branca (Rose, interpretada por Allison Williams). >> (Por Tari Ngangura, Traduzido por Marina Schnoor, Vice Magazine)
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