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segunda-feira, 6 de março de 2017

Monja Coen:
A Iluminação não como prazer sensorial nem como algo que se possa falar sobre ou pensar sobre. Pois se pensarmos não atingiremos. Um estado de consciência extremamente sutil e profundo.
E é só através de acessarmos esta sutileza, clareza, profundidade que poderemos responder às nossas perguntas, que poderemos cessar as dúvidas e nos libertar.
Do que nos libertamos?
Das amarras do nascimento-morte.
Nos libertamos da vida-morte.
Pois penetramos o conhecimento de que tudo, a cada instante, está nascendo-morrendo e logo não há nascimento a ser desejado nem morte a ser rejeitada.
Buda nos deixa conceitos básicos de que tudo está interligado, interconectado numa teia de causas, condições, efeitos.
Nada surge por si só.
E tudo está incessantemente se transformando.
Somos essa transformação.
Em cada instante nascem e morrem células em nosso corpo.
No corpo Terra nascimento-morte é incessante. No corpo universo ou multiverso, pluriverso, também. É impossível cessar o movimento, a atividade.
Mas nós humanos temos a condição de compreender um pouco além de nós mesmos. Acessar a essa sabedoria é encontrar a libertação do ciclo de nascimento-velhice-doença-morte.
Libertar-se da morte é entrega e aceitação.
Isso não significa que as pessoas não devem procurar todos os meios de minimizar sofrimento e dor e tentar viver o mais tempo possível. Significa compreender que vida-morte são uma unidade.

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