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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
"[Em 'Adieu au langage',] Godard joga com o espaço da tela e dimensões de profundidade variadas, destrinchando o plano em imagens com texturas de naturezas distintas – celulares, HD, televisão, fotografias, material de arquivo vindo da película – além de brincar com a espacialidade das caixas de som do sistema Dolby, solicitando a presença do corpo diante do filme. A sensação é de vertigem diante das imagens com entranhas expostas, dos sons que se movimentam no espaço da sala, recheados de uma série de citações, comuns ao opus godardiano, aqui trazidos para uma chave cômica fulminante: Mary Shelley e Eles Vivem (1988) apenas com a mudança de cor para preto-e-branco no mesmo plano da cadela Roxy. Assim, Adeus à Linguagem é construído como uma fuga, com sessões, idas e vindas de temas, repetições e modulações de escalas, cores, texturas; contrapontos visuais e sonoros; e momentos de pura articulação virtuosística, numa mistura atordoante e engraçada, espiritual e física, repleta de vulgatas profundamente filosóficas." (Raul Arthuso)
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