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quarta-feira, 8 de abril de 2015
Plantas e animais concordaram em satisfazer os nossos desejos e paixões a fim de se perpetuarem. Agradar ao homem não passou de uma artimanha evolutiva do mundo natural. O ser humano manipulou a natureza, mas em troca foi manipulado por ela. Essa é a tese polêmica do jornalista ambiental americano Michael Pollan, autor do livro The Botany of Desire (“A Botânica do Desejo”, inédito no Brasil). É também a opinião de pesquisadores como Tony Trewavas, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, um dos defensores da idéia de que as plantas possuem inteligência. “Quando se sabe que 99% da biomassa terrestre é de origem vegetal, isso nos mostra que elas estão fazendo alguma coisa certa”, afirma Trewavas. Michael Pollan, não sendo cientista, é cauteloso em suas declarações. Como ele mesmo diz, seu trabalho foi fazer um “esforço de imaginação”. “A linguagem humana não está aparelhada para abarcar a complexa variedade de relações na natureza”, diz. Uma dessas relações seria a manipulação dos homens pelas plantas. (Álvaro Oppermann/Super)
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