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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
"A alternância entre melodias delicadas e turbinas de distorção, entre arejamento e saturação; as mudanças abruptas de volume e andamento; o uso farto de samples de voz e ruídos ambientais; a estrutura livre ou mesmo inexistente; as massas sonoras que evocavam avalanches, ventanias — era isso que me afetava. Eu estava me lixando para o rock. O que eu queria do rock eram as eventuais manifestações desse tipo de timbre e textura, nada mais. (...) É tentador ir além e dizer que se trata de post-rock para tempos pós-humanos, mas a música que oferecem é cheia de emoção e páthos. O que eles indicam é outra coisa: não tem essa de pós-humano. No fim da rota de fuga do artificial, a Humanidade topa de novo consigo mesma." (Daniel Galera)
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