Eu nunca vi uma pessoa tão babaca apitando uma partida de futebol. A catimba do argentino D'Alessandro ameaça a vaidade do "juiz da Copa do Mundo". Então, desde o primeiro até o último minuto do primeiro tempo da semifinal do Gauchão 2009 Inter x Novo Hamburgo, o Simon, que deveria estar no Senado, perseguiu o camisa 15 do Inter. Foi caçado, como disse o Fernando Carvalho. Era ridículo. Quem quisesse podia derrubá-lo, que o juiz não marcaria falta. E depois, deu um cartão amarelo a ele por reclamação. O ato foi uma dança. Simon foi correndo e parou colado ao D'Alessandro, quase beijando sua boca e encarando olho-no-olho. A torcida, que não era muita e não estava tão entusiasmada (a maioria dos torcedores estavam sentados e sem cantar), pegou fogo, começou a levantar e a gritar, em uníssono, "Ei, Simon, vai tomar no cu". Sério, todo mundo junto e por uns dois minutos. Ele saiu de campo escoltado no intervalo. No vestiário, a polícia deve ter falado com ele, por isso voltou mais calmo e menos vedete no segundo tempo. O gol marcado pelo D'Alessandro, de pênalti, no segundo tempo, foi dedicado ao Simon, como se vê na foto acima.
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
Anteontem: D'Alessandro 2x0 Carlos Simon.

Eu nunca vi uma pessoa tão babaca apitando uma partida de futebol. A catimba do argentino D'Alessandro ameaça a vaidade do "juiz da Copa do Mundo". Então, desde o primeiro até o último minuto do primeiro tempo da semifinal do Gauchão 2009 Inter x Novo Hamburgo, o Simon, que deveria estar no Senado, perseguiu o camisa 15 do Inter. Foi caçado, como disse o Fernando Carvalho. Era ridículo. Quem quisesse podia derrubá-lo, que o juiz não marcaria falta. E depois, deu um cartão amarelo a ele por reclamação. O ato foi uma dança. Simon foi correndo e parou colado ao D'Alessandro, quase beijando sua boca e encarando olho-no-olho. A torcida, que não era muita e não estava tão entusiasmada (a maioria dos torcedores estavam sentados e sem cantar), pegou fogo, começou a levantar e a gritar, em uníssono, "Ei, Simon, vai tomar no cu". Sério, todo mundo junto e por uns dois minutos. Ele saiu de campo escoltado no intervalo. No vestiário, a polícia deve ter falado com ele, por isso voltou mais calmo e menos vedete no segundo tempo. O gol marcado pelo D'Alessandro, de pênalti, no segundo tempo, foi dedicado ao Simon, como se vê na foto acima.
Eu nunca vi uma pessoa tão babaca apitando uma partida de futebol. A catimba do argentino D'Alessandro ameaça a vaidade do "juiz da Copa do Mundo". Então, desde o primeiro até o último minuto do primeiro tempo da semifinal do Gauchão 2009 Inter x Novo Hamburgo, o Simon, que deveria estar no Senado, perseguiu o camisa 15 do Inter. Foi caçado, como disse o Fernando Carvalho. Era ridículo. Quem quisesse podia derrubá-lo, que o juiz não marcaria falta. E depois, deu um cartão amarelo a ele por reclamação. O ato foi uma dança. Simon foi correndo e parou colado ao D'Alessandro, quase beijando sua boca e encarando olho-no-olho. A torcida, que não era muita e não estava tão entusiasmada (a maioria dos torcedores estavam sentados e sem cantar), pegou fogo, começou a levantar e a gritar, em uníssono, "Ei, Simon, vai tomar no cu". Sério, todo mundo junto e por uns dois minutos. Ele saiu de campo escoltado no intervalo. No vestiário, a polícia deve ter falado com ele, por isso voltou mais calmo e menos vedete no segundo tempo. O gol marcado pelo D'Alessandro, de pênalti, no segundo tempo, foi dedicado ao Simon, como se vê na foto acima.
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