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quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Grandaddy, Animal Collective, Decemberists e Bright Eyes são as únicas bandas (além de Mike Patton com Fantômas, Peeping Tom e Tomahawk; Amy Millan sozinha e nos Stars; Sunn 0))) sozinho e com Boris; Dan Bejar com New Pornographers e o seu Destroyer; e o próprio Alan Vega, por motivo explicitado no parágrafo abaixo - e, nesse caso, Avey Tare estaria empatado com Mike Patton nas três aparições, por duas vezes do Animal Collective e uma da dupla com a esposa Kristin), até agora, que apareceram em mais de uma lista minha de melhores discos do ano, nesses três anos (2005/2006/2007-parcial) em que acompanho os lançamentos fonográficos.

Ouvi ontem o disco novo da banda italiana Giardini Di Mirò, 'Dividing opinions'. Segue o bonito pós-rock cantado, dando um banho, na obscuridade, em similares famosas. Ouvi também a novidade do Alan Vega, ex-Suicide, que em 2005 fez um disco que foi registrado por mim como 17º melhor do ano, disco esse em parceria com os finlandeses Mika Vanio e Ilpo Vaisanen, vulgos Pan Sonic. O deste ano, solo, chama-se 'Station'.

O que mais posso comentar sobre surpresas? Finalmente o Spoon me pegou, com o seu 'Ga ga ga ga ga'. Li que a cada disco eles ficam mais experimentais, devem ter chegado agora ao ponto de ebulição que os tirou, dentro de mim, da condição de banda inócua. Yoko Ono, quem diria, fez um disco indie rock, 'Yes, I'm a witch', de deixar boquiaberto quem achou que a "bruxa" iria morrer imersa no experimentalismo puro. Em cada música ela conta com a participação de uma banda, como Le Tigre, Polyphonic Spree e Spiritualized. Por fim, outra veterana, Suzanne Vega trouxe 'Beauty and crime', modernizando sua habitual qualidade para mostrar a Fiona Apple e suas sucessoras quem veio antes.

Estou ainda fazendo a degustação de mais duas mulheres: Emily Haines (& The Soft Skeletons), líder do Metric e integrante dos Broken Social Scene, que lançou EP e está prestes a lançar o segundo LP solo; e St. Vincent, aka Annie Clark, guitarrista de Sufjan Stevens e Polyphonic Spree, que debuta solo.

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