Tudo o que está escrito aqui vale bastante para a minha opinião, mas a minha a validade da minha opinião depende de quem a recebe. Vale apenas como uma opinião.
Eu sou bem exigente. (Pois) tenho a mania de caçar sons diferentes o tempo todo, (então) ouvi MUITA coisa já.
Eu gosto bastante do Túlio, que toca na Thös-Grol e na Farveste. E dos Rodrigos e do Daniel.
Eu vou começar a tocar na Thös-Grol, e a banda vai entrar na sua terceira fase sonora distinta.
A Thös-Grol, Fase-2, faz MUITAS coisas ao mesmo tempo. Certos momentos me lembram a Além D'Alma, banda anterior do Rodrigo-baterista, que era meio progressiva (além de gótica e psicodélica). Falta minimalismo. Conforme eu e o Daniel Matos debatíamos, falta uma hierarquia visual, com um foco visual, que permita que cada ouvinte dance os olhos nessa ou naquela direção. Cada instrumentista parece estar tocando sozinho, em vez de atuarem todos com o mesmo objetivo; pelo menos esta é a minha impressão. Eu gostava mais da fase anterior, mais simples e com vocais do Túlio. Outro ponto negativo sério é o timbre da guitarra do Daniel, por causa da pedaleira digital que ele usa. Destaque para as varridas do Rodrigo-baixista, no baixo.
A Farveste ganha ponto comigo no quesito minimalismo: há momentos em que os três cordistas estão tocando extremamente juntos, fazendo um paredão sonoro. O Renan é um dos melhores baixistas que eu conheço, e ele usa um troço importante para baixistas: um pedal compressor/sustainer. O baterista faz uns rolos minimalistas interessantes. No entanto, a sonoridade Explosions In The Sky não vai embora nunca, e todas as músicas têm o mesmo tipo de estrutura, a mesma fórmula, o mesmo tipo de rolo de bateria, tornando a coisa enjoativa. A referência tornou-se um inconveniente. O timbre da guitarra do Mateus estava medonho, não sei pelo amplificador Marshall Valvestate (que é, acredite, por favor, o mais podre), por ele tocar forte e sem palheta, com as unhas puxando as cordas, ou por quê.
Sou contra dedilhados (tradicionais), a não ser que sejam maravilhosos.
Saímos do show como se tivéssemos comido churrasco demais.
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