Um balão. Tinha um aniversário no segundo andar daquela casa, na esquina, e ele veio de lá. Juntei e dei para a Manu, que saltitou entre mim e a mãe dela. Viramos à esquerda, depois à direita, e então a calçada era em aclive. Na nossa direita, a certa altura, havia uma escola. Algumas crianças saltitavam na cancha poliesportiva cercada por tela. Bonito, feliz. Um menino de uns 8 anos era carinhoso com as meninas, e ajudou uma a amarrar os cadarços. Tivemos a idéia de dar o balão, e o jogamos por cima da tela. Ele parou bem no escanteio. Uma menininha viu e foi correndo buscá-lo. Abraçou-o e saiu voando. Levou o balão para mostrar aos amiguinhos. Um menininho, futuro homem, estourou o balão.
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