todas as manhãs, thomyorke fica louco.
corre com o pedaço de corda que dei para ele como se aquilo fosse o anúncio de uma coisa mostruosa - tipo um meteoro em rota de colisão com a terra ou um terremoto prestes a acontecer.
eu rolo sua bola de tênis com o pé, ou chuto fortemente contra a parede da garagem, e ele dispara como uma estrela cadente, rolando e pulando e exorcisando alegrias e músculos contraidos na noite de sono.
quando acorda, ele é mais feliz.
postado por FELIPE DREHER às 10:55
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