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segunda-feira, 29 de abril de 2002
Eu comecei a ficar deprimido fazendo o trabalho de conclusão porque estava enjoado de estudar, já fazia 16 anos que eu estudava. Não via a hora de ficar livre daquilo e poder trabalhar, ser uma pessoa. Aí eu demorei para conseguir emprego e fiquei deprimido por isso, porque tinha que gastar o menos possível. Então eu comecei a pensar e a ler e cheguei a conclusões irreversíveis sobre o trabalho. Agora eu fico deprimido porque tenho que trabalhar, vender o meu tempo que era para ser aproveitado para tentar ser feliz. Vender meu tempo para os outros, trabalhar para os outros. E não bastam as 10 horas que às vezes eu trabalho, sem comer nada durante esse tempo todo; a recomendação é que se continue trabalhando em casa, no tempo livre, que se leia todo o jornal. E a minha vida? Hein? E a minha vida? Cadê? Daqui a algum tempo eu vou olhar em volta e não vou ver mais meus textos, minhas músicas, minhas preferências, meus gostos, minhas vontades, meus prazeres. Tudo vai ser engolido pela minha transformação em robô do trabalho, rápido e mecânico como o Mercado exige. Tenho que ser inconveniente, interromper os outros, pressionar, coisas que vão contra a minha ética. Maldito curso que eu fui escolher. Maldita profissão. Pior do que outras. Escravagista. E a minha vida? Hein?
As oportunidades são perigosas e os perigos são uma oportunidade.
Se não formos pelo caminho correto, não estamos mais vivos. Estaríamos apenas sobrevivendo, mantendo nossos corpos com sangue correndo nas veias. Tem que ser feliz. Tem que ser feliz. Tem que ser feliz. Eu não tenho emprego, fico deprimido, mas sou feliz quando não estou deprimido, porque eu vou aonde meu nariz me puxa. E você também faz isso, que eu sei, é leve porque faz aquilo que a deixa feliz, tanto que os adultos a criticam. É só dar um passo à frente (e você está não está mais no mesmo lugar).
Mesmo a escolha mais tola pode ser reconhecida pela sensatez como sensata. Ser sensato é ser feliz. No time to lose. Age agora, derruba esse monstro.
Existem vários mestres, mas eles não dão a resposta, dão o caminho. Lembra-se do Mestre dos Magos? (11/01/2002 01:38)
Se não formos pelo caminho correto, não estamos mais vivos. Estaríamos apenas sobrevivendo, mantendo nossos corpos com sangue correndo nas veias. Tem que ser feliz. Tem que ser feliz. Tem que ser feliz. Eu não tenho emprego, fico deprimido, mas sou feliz quando não estou deprimido, porque eu vou aonde meu nariz me puxa. E você também faz isso, que eu sei, é leve porque faz aquilo que a deixa feliz, tanto que os adultos a criticam. É só dar um passo à frente (e você está não está mais no mesmo lugar).
Mesmo a escolha mais tola pode ser reconhecida pela sensatez como sensata. Ser sensato é ser feliz. No time to lose. Age agora, derruba esse monstro.
Existem vários mestres, mas eles não dão a resposta, dão o caminho. Lembra-se do Mestre dos Magos? (11/01/2002 01:38)
Testes são estúpidos. Imagina se a vida pode se resumir em cinco alternativas! Quem cria esses testes não sabe que é alguém, pois, se soubesse, saberia que cada alguém é outro alguém.
Gabriela> talvez o caminho da sabedoria seja esse. aceitar a nossa humanidade. só assim dá pra evoluir a mente.
Aceitar a humanidade e transcender ao mesmo tempo.
A verdadeira humanidade não é aceita porque ser [humano] neste ano de 2002 é um conceito com um número infinito de impurezas e sujeiras acopladas por tempos e tempos de pré-conceitos e racionalidades estúpidas, confusões mentais que nunca vão se desfazer na grande superfície.
Aceitar a humanidade e transcender ao mesmo tempo.
A verdadeira humanidade não é aceita porque ser [humano] neste ano de 2002 é um conceito com um número infinito de impurezas e sujeiras acopladas por tempos e tempos de pré-conceitos e racionalidades estúpidas, confusões mentais que nunca vão se desfazer na grande superfície.
segunda-feira, 22 de abril de 2002
Atenção menina com sorriso bonito e estrelinhas tatuadas que estuda comunicação na Unisinos: diga seu nome.
"Raro Efeito, agora com tamanhos especiais", diz uma placa numa calçada de Novo Hamburgo. O que são tamanhos especiais? Por que eles são especiais? O que são tamanhos não-especiais? Por que eles são não-especiais?
"A pessoa tem que dormir pelo menos sete horas para render no trabalho", disse um especialista, esses dias, no JN. O sono é importante para a produtividade da pessoa. Olha em que mundo esse mundo vive.
SONIC YOUTH !! Disco novo no dia 11 de junho. Murrey Street. Sete músicas:
* The Empty Page
* Disconnection Notice
* Rain On Tin
* Karen Revisited
* Radical Adults Lick Godhead Style
* Plastic Sun
* Sympathy for the Strawberry
* The Empty Page
* Disconnection Notice
* Rain On Tin
* Karen Revisited
* Radical Adults Lick Godhead Style
* Plastic Sun
* Sympathy for the Strawberry
Estréia nos cinemas brasileiros no dia 12 de julho o filme Um Grande Garoto, baseado no livro do Nick Hornby. Hugh Grant faz o adulto. A trilha sonora é composta pelo britânico Badly Drawn Boy e vai ser lançada pela Sum Records no Brasil já na semana que vem. E o livro Como Ser Legal (How To Be Good), que quase foi chamado de Manual Da Pessoa Legal, já está nas livrarias nacionais. É o sucessor de Febre De Bola, um livro sobre futebol, por isso eu não li. Mas o estilo do Hornby é o melhor que eu já li entre os escritores de menos de 40 anos. (Será que ele tem menos de 40?). Gostei mais do Um Grande Garoto e menos do Alta Fidelidade.
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Entrou em cartaz no Brasil o filme Mulholland Drive, do gênio David Lynch. A tradução do nome é Cidade Dos Sonhos. (É o segundo sucessor do melhor filme de todos os tempos Estrada Perdida, com a Patricia Arquette. O primeiro teve ator coadjuvante indicado para o Oscar, mas não se soube mais nada sobre ele.) O Lúcio Ribeiro escreveu que o filme gera dois comentários, invariavelmente: "incompreensível e chato" ou "incompreensível e maravilhoso". "(...) ver o filme é como estar assistindo a um pesadelo dos mais cabeludos, da primeira à última cena. A cada momento, o filme vai ficando mais nonsense, mexendo com memória, seres esquisitos, invertendo papéis. Sem nunca fazer o espectador perder o interesse em onde a coisa vai parar. (...) tem certas passagens que eu pensei que só eu já havia vivido, em meus pesadelos mais absurdos. Vou ver o filme de novo." David Lynch está entre as divindades da minha religião pessoal, junto com o Monty Python, o Pink Floyd e o Sonic Youth. Deus.
Desculpa a demora, a ausência. É que eu me vendi. Isso é bom, mas tem seu lado ruim. Isso é ruim, mas tem seu lado bom. Vamos ver. A partir de quarta-feira da semana passada pode ser que eu não tenha mais tanta inspiração para escrever aqui, nem tanto tempo. Mas vamos ver. Não esquece de passar aqui para ver como andam as coisas.
sexta-feira, 5 de abril de 2002
BUKOWSKI, Charles. Notas de um velho safado. 1969.
"O indivíduo bem equilibrado é insano."
"Quase todo mundo nasce gênio e é enterrado imbecil."
"Relação sexual é chutar a morte no cu e cantar ao mesmo tempo."
"Quando os homens controlarem os governos, os homens não terão mais necessidade de governos; até lá nós estamos fodidos."
"Um intelectual é um homem que diz uma coisa simples de uma maneira difícil; um artista é um homem que diz uma coisa difícil de uma maneira simples."
"Hospitais são onde eles tentam matar você sem explicar por quê. a fria e calculista crueldade do Hospital (...) não é causada por médicos que estão sobrecarregados de serviços e que estão habituados e entediados com a morte. É causada por médicos QUE GANHAM DE MAIS PARA FAZER TÃO POUCO e que são admirados pelos ignorantes como feiticeiros que curam, quando na maior parte do tempo não sabem diferenciar seus próprios cabelos do cu de barbas de milho."
"O indivíduo bem equilibrado é insano."
"Quase todo mundo nasce gênio e é enterrado imbecil."
"Relação sexual é chutar a morte no cu e cantar ao mesmo tempo."
"Quando os homens controlarem os governos, os homens não terão mais necessidade de governos; até lá nós estamos fodidos."
"Um intelectual é um homem que diz uma coisa simples de uma maneira difícil; um artista é um homem que diz uma coisa difícil de uma maneira simples."
"Hospitais são onde eles tentam matar você sem explicar por quê. a fria e calculista crueldade do Hospital (...) não é causada por médicos que estão sobrecarregados de serviços e que estão habituados e entediados com a morte. É causada por médicos QUE GANHAM DE MAIS PARA FAZER TÃO POUCO e que são admirados pelos ignorantes como feiticeiros que curam, quando na maior parte do tempo não sabem diferenciar seus próprios cabelos do cu de barbas de milho."
quinta-feira, 4 de abril de 2002
Caco, o amigo mais antigo junto com o Muriel, mostra bonitas memórias afetivas na lista independentes-poa: "Sobre essa parada de jogos de violência da infância, cabe uma pequena recordação: Eu e o Douglas ficamos amigos num fliperama, no pequeno balneário de Oásis Sul. 'A praia da criança'. Lance meio bizarro, pois a gente meio que competia (segundo ele, por que não lembro disso). Mas não nos conhecíamos pessoalmente. O Douglas fala que ele chegava no fliper e tinha sempre o meu recorde na máquina, daí ele ia lá e batia o recorde. Depois voltava e o pai tinha batido de novo. Eu jogava com o E. Honda e ele com a Chun-Li. Foi daí que um dia ele tava esperando para jogar e viu que eu assinava o recorde com KKO. Daí ele perguntou se eu me chamava Kiko. Me senti bochechudo. Falei que era Caco, ficamos amigos e acabamos com essa pequena rivalidade infantil. Comovente, não? Se não fosse pelo Street Fighter, talvez hoje eu não conhecesse Placebo, Sonic Youth e Lift to Experience."
Quando é que Moisés, do Detran do Distrito Federal, vai ser transerido para o Rio Grande do Sul a fim de promover o milagre da travessia do Mar de Asfalto? Porque aqui as faixas de pedestres são para enfeitar as ruas. Que bonitas! Para começar a estupidez, os cruzamentos de duas vias de mão ÚNICA têm quatro faixas de segurança, enquanto o máximo possível é de duas. Imagine um cruzamento. Uma cruz. Imagine ela na vertical, como se fosse a visse voando como o Superman. Passam carros da esquerda para a direita e de baixo para cima. Então tem que haver faixa de pedestres na união do braço oeste com o centro da cruz e na união do braço sul com o mesmo centro. Nos braços leste e norte não tem como haver faixa de segurança, pois não tem como o carro parar - para os pedestres atravessarem - no meio do cruzamento. Sacou? Absolutamente, duas dessas quatro faixas são mesmo para decoração da rua. As outras duas são absolutamente corretas e úteis, mas relativamente não. Porque o único motorista que pára nessas faixas neste Estado sou eu. Eu paro, e podem acontecer as seguintes conseqüências (todas verídicas, já aconteceram):
a) Sendo uma mulher, ela não passa porque acha que eu parei para ver ela passar, para ver a bunda dela.
b) A pessoa não passa porque acha que quando ela passar eu vou dar arrancada e matá-la atropelada de maneira traiçoeira, sádica e psicótica.
c) A pessoa fica confusa, por nunca ter visto aquilo, e nunca mais se move (tendo que alguém chamar a Equipe Para Humanos da Confuse-A-Cat).
d) A pessoa fica confusa, espera, forma-se uma fila enorme de carros buzinando, sem saber direito o que está havendo, e só então ela resolve passar.
e) A pessoa fica confusa, espera, forma-se uma fila enorme de carros buzinando, sem saber direito o que está havendo, e mesmo assim ela continua esperando, porque ela nunca viu isso, "não é normal", "alguma coisa está errada aqui", e eu é que tenho que fazer papel de palhaço e arrancar sem a que a pessoa tenha passado diante da minha parada, que acabou sendo inútil.
f) As pessoas passam, o motorista do carro de trás enfia a mão na buzina, me ultrapassa acelerando de forma a eu perceber o seu nervosismo, abre a janela do carro, põe a cabeça para fora, estende o dedo médio com o resto dos dedos em punho, e grita uns palavrões junto com o adjetivo "Maneta!".
Além disso, é bonito ver o balé das pessoas atravessando em todos os pontos possíveis ANTES e DEPOIS da faixa de pedestres. Tem uma faixa ali na esquina, mas ela não pode caminhar até ali, mesmo porque aquilo ali não serve para travessia (eu havia esquecido). Toda vez que eu me deparo com um pedestre atravessando FORA da faixa e PERTO da faixa, eu buzino e ainda falo na janela "A faixa, meu filho!". Também há as faixas que servem para estacionamento, como uma na frente da Unisinos que é habitada por ônibus. As únicas faixas em que os motoristas não têm obrigação de parar são aquelas acompanhadas por um(a) semáforo / sinaleira / sinal / farol. Nesses locais, geralmente há um semáforo PARA pedestres. A pessoa aperta um botão e espera o semáforo dos automóveis ficar vermelho. Isso na teoria, pois tanto no DF como no RS:
a) A pessoa não aperta o botão e fica esperando o sinalzinho (vamos chamar assim o de pedestres) abrir sozinho, podendo não abrir nunca.
b) A pessoa aperta o botão, mas, na primeira oportunidade sem carros passando, atravessa. E os motoristas que se fodam depois esperando o sinalzão abrir sem pedestre algum atravessando. (Essa opção é a mais comum no portão principal da Unisinos.)
c) A pessoa não sabe que existe botão nem sinalzinho e ignora a faixa, atravessando fora dela a hora que ela quiser, pois ela é livre.
d) A pessoa aperta o botão e espera - sempre, em sinal de respeito aos motoristas - o sinalzinho abrir para atravessar. (Essa opção eu só vi ser adotada por mim e pela minha espousa.)
Como pedestre, eu atravesso na faixa calculando se daria tempo de o carro que vem vindo parar. Se dá, eu atravesso, e o carro é obrigado a parar. Só não atravesso quando não daria tempo. Nas ruas de trânsito mais lento (como na Independência, a Rua Grande de São Leo*, onde as pessoas andam a menos de 20 Km/h até de madrugada com a rua vazia, apenas porque todo mundo faz assim - é muito arriscado andar a 60 Km/h, que é o limite da rua, e contrair uma exclusão social ou ficar confuso), eu atravesso e há motoristas que mesmo assim não param. Então eu deu um tapa nos carros deles. Porque eu queria ser o Loki do Dogma e fazer justiça por aí.
Pode vir o cara de ré para me atropelar e querer me dar uma surra. Não vou concordar que uma lei seja invalidada por consenso, só porque a maioria não obedece e os porcos não fazem nada. (E isso se aplica também ao uso do pisca-pisca, que é totalmente ignorado, e à obediência às marcas da pista para quem vai reto e da pista para quem vai dobrar. Como na descida da Avenida Unisinos, chegando na estação do trensurb. A faixa da esquerda é para dobrar à esquerda, forma-se uma fila ali e os espertinhos, que vão dobrar para o mesmo lado, descem pela pista da direita e cortam a frente dos que estão dobrando. Eu cravo a mão na buzina e na luz alta. Só para ter uma idéia, buzinar em Brasília é proibido. Não precisa.) Se um dia eu morrer atropelado, publiquem: "Mártir da faixa de pedestres".
(*Leo NÃO tem acento.)
a) Sendo uma mulher, ela não passa porque acha que eu parei para ver ela passar, para ver a bunda dela.
b) A pessoa não passa porque acha que quando ela passar eu vou dar arrancada e matá-la atropelada de maneira traiçoeira, sádica e psicótica.
c) A pessoa fica confusa, por nunca ter visto aquilo, e nunca mais se move (tendo que alguém chamar a Equipe Para Humanos da Confuse-A-Cat).
d) A pessoa fica confusa, espera, forma-se uma fila enorme de carros buzinando, sem saber direito o que está havendo, e só então ela resolve passar.
e) A pessoa fica confusa, espera, forma-se uma fila enorme de carros buzinando, sem saber direito o que está havendo, e mesmo assim ela continua esperando, porque ela nunca viu isso, "não é normal", "alguma coisa está errada aqui", e eu é que tenho que fazer papel de palhaço e arrancar sem a que a pessoa tenha passado diante da minha parada, que acabou sendo inútil.
f) As pessoas passam, o motorista do carro de trás enfia a mão na buzina, me ultrapassa acelerando de forma a eu perceber o seu nervosismo, abre a janela do carro, põe a cabeça para fora, estende o dedo médio com o resto dos dedos em punho, e grita uns palavrões junto com o adjetivo "Maneta!".
Além disso, é bonito ver o balé das pessoas atravessando em todos os pontos possíveis ANTES e DEPOIS da faixa de pedestres. Tem uma faixa ali na esquina, mas ela não pode caminhar até ali, mesmo porque aquilo ali não serve para travessia (eu havia esquecido). Toda vez que eu me deparo com um pedestre atravessando FORA da faixa e PERTO da faixa, eu buzino e ainda falo na janela "A faixa, meu filho!". Também há as faixas que servem para estacionamento, como uma na frente da Unisinos que é habitada por ônibus. As únicas faixas em que os motoristas não têm obrigação de parar são aquelas acompanhadas por um(a) semáforo / sinaleira / sinal / farol. Nesses locais, geralmente há um semáforo PARA pedestres. A pessoa aperta um botão e espera o semáforo dos automóveis ficar vermelho. Isso na teoria, pois tanto no DF como no RS:
a) A pessoa não aperta o botão e fica esperando o sinalzinho (vamos chamar assim o de pedestres) abrir sozinho, podendo não abrir nunca.
b) A pessoa aperta o botão, mas, na primeira oportunidade sem carros passando, atravessa. E os motoristas que se fodam depois esperando o sinalzão abrir sem pedestre algum atravessando. (Essa opção é a mais comum no portão principal da Unisinos.)
c) A pessoa não sabe que existe botão nem sinalzinho e ignora a faixa, atravessando fora dela a hora que ela quiser, pois ela é livre.
d) A pessoa aperta o botão e espera - sempre, em sinal de respeito aos motoristas - o sinalzinho abrir para atravessar. (Essa opção eu só vi ser adotada por mim e pela minha espousa.)
Como pedestre, eu atravesso na faixa calculando se daria tempo de o carro que vem vindo parar. Se dá, eu atravesso, e o carro é obrigado a parar. Só não atravesso quando não daria tempo. Nas ruas de trânsito mais lento (como na Independência, a Rua Grande de São Leo*, onde as pessoas andam a menos de 20 Km/h até de madrugada com a rua vazia, apenas porque todo mundo faz assim - é muito arriscado andar a 60 Km/h, que é o limite da rua, e contrair uma exclusão social ou ficar confuso), eu atravesso e há motoristas que mesmo assim não param. Então eu deu um tapa nos carros deles. Porque eu queria ser o Loki do Dogma e fazer justiça por aí.
Pode vir o cara de ré para me atropelar e querer me dar uma surra. Não vou concordar que uma lei seja invalidada por consenso, só porque a maioria não obedece e os porcos não fazem nada. (E isso se aplica também ao uso do pisca-pisca, que é totalmente ignorado, e à obediência às marcas da pista para quem vai reto e da pista para quem vai dobrar. Como na descida da Avenida Unisinos, chegando na estação do trensurb. A faixa da esquerda é para dobrar à esquerda, forma-se uma fila ali e os espertinhos, que vão dobrar para o mesmo lado, descem pela pista da direita e cortam a frente dos que estão dobrando. Eu cravo a mão na buzina e na luz alta. Só para ter uma idéia, buzinar em Brasília é proibido. Não precisa.) Se um dia eu morrer atropelado, publiquem: "Mártir da faixa de pedestres".
(*Leo NÃO tem acento.)
(PROPAGANDA:) Empinadinha Lupo. Deixa o seu bumbum empinadinho.
Quer dizer agora que as mulheres que não tiverem o nariz empinado vão querer um nariz de borracha para colocar em cima? E que vão criar o silicone auto-aplicável? O que vai ser da diferença (da beleza da diferença entre os indivíduos da espécie)? O que vai ser das bundas pequenas e dos narizes de origem judia e dos seios caídos? O que vai ser da estética com tamanha indústria da cultura de massa? O que vai ser dos originais com essa reprodutibilidade técnica? O que vai ser das obras de arte com essas cópias de mau gosto? Agora todas as mulheres vão ser lindas com a Empinadinha Lupo, oh. Compre o cérebro do Kléber e ganhe quantos Big Brothers você quiser. Adquira já o seu Kit de Criatividade Britney Spears e seja uma cantora linda e famosa. Não perca tempo! Hoje todo mundo pode ser IGUAL (igual ao padrão mais rasteiro). (Viva a igualdade.) E a vida, cada vez mais pobre (e podre). E o mundo, cada vez mais feio. Olha só o que o ser humano faz com a sua vantagem natural.
Quer dizer agora que as mulheres que não tiverem o nariz empinado vão querer um nariz de borracha para colocar em cima? E que vão criar o silicone auto-aplicável? O que vai ser da diferença (da beleza da diferença entre os indivíduos da espécie)? O que vai ser das bundas pequenas e dos narizes de origem judia e dos seios caídos? O que vai ser da estética com tamanha indústria da cultura de massa? O que vai ser dos originais com essa reprodutibilidade técnica? O que vai ser das obras de arte com essas cópias de mau gosto? Agora todas as mulheres vão ser lindas com a Empinadinha Lupo, oh. Compre o cérebro do Kléber e ganhe quantos Big Brothers você quiser. Adquira já o seu Kit de Criatividade Britney Spears e seja uma cantora linda e famosa. Não perca tempo! Hoje todo mundo pode ser IGUAL (igual ao padrão mais rasteiro). (Viva a igualdade.) E a vida, cada vez mais pobre (e podre). E o mundo, cada vez mais feio. Olha só o que o ser humano faz com a sua vantagem natural.
segunda-feira, 1 de abril de 2002
Lúcio Ribeiro é jornalista, editor do caderno Ilustrada da Folha de S.Paulo e sua coluna semanal na Pensata da Folha Online é a mais lida no Brasil entre os apreciadores de rock alternativo. Confira a seguir alguns trechos que comprovam o talento e justificam o reconhecimento dado a esse pauliista.
21/11/2001 - (...) Assim fica fácil ser jornalista. Fico sentado aqui, no computador, recebendo de graça uma tonelada de informação interessante. É só selecionar, checar e mandar para o ar. E com o meu nome em cima, assinando o texto. (...)
28/11/2001 - Sério. Eu não valho um tostão furado. (...) Está me achando preguiçoso? Então espere para até saber que o "filé" da coluna de hoje será o material sobre rock americano que eu publiquei segunda-feira passada no "Folhateen", o caderno teen da Folha de S. Paulo, o jornal para o qual trabalho. É... Repeteco! Se a picaretagem no jornalismo pop rola tão solta nestes últimos tempos, porque eu não posso copiar também? Pelo menos estou copiando a mim mesmo? (...)
30/01/2002 - Obas. Deixa eu ver: já falei de shows (e não-shows), discos, do novo Chemical Brothers, do Stereo Total... E para esta semana... Vai ser... Estou meio sem assunto. E, nestas ocasiões, um colunista vivido e batuta sempre apela para "começar bem" com aqueles assuntos tapa-buracos: ou escreve sobre amor, ou sobre esses leitores e suas missivas maravilhosas. Como essa de amor já foi artifício usado recentemente, resolvi mostrar o "outro lado" desta vida de colunista: as cornetadas. (...)
13/02/2002 - (...) Não tome como exemplo esta coluna, que não vem lá cheia de "grandes coisas" (...).
20/02/2002 - (...) Idéia boa ou absoluta falta do que fazer, este escriba instalou câmeras imaginárias em si mesmo e, numa espécie de maçaroca das duas mais badaladas atrações da TV, vai percorrer este longo espaço até o fim registrando ao vivo um dia terrível na vida de um colunista pop. (...)
06/03/2002 - [Texto do Nick Hornby.] ASSIM É FÁCIL. O texto acima, infelizmente, não é meu. Foi escrito pelo papa pop Nick Hornby, escritor inglês que dispensa maiores introduções. O texto, inédito, que foi imolado por mim em algumas partes, para o bem da tradução, saiu no mais recente número da britânica "Granta - The Magazine of New Writing". (...) abrir este espaço com um texto do Nick Hornby torna a vida de qualquer colunista mais fácil. E este aqui agradece ao escritor. (...)
13/03/2002 - Pombas! É a primeira coluna depois do texto do Nick Hornby (responsabilidade!) e não tenho muito idéia do que escrever (vazio). Já está tarde (relaxo) para uma terça-feira (dia em que escrevo isto aqui) que promete ser complicada (medo), meu carro ameaçou quebrar na Marginal (pânico), o calor está de matar (preguiça) (...).
27/03/2002 - E aí, belezura? Hoje não estou muito a fim, vou logo avisando. Estou meio disperso, sei lá. Pode ser que esta coluna saia ainda pior que as outras. Vai me desculpando. (...)
21/11/2001 - (...) Assim fica fácil ser jornalista. Fico sentado aqui, no computador, recebendo de graça uma tonelada de informação interessante. É só selecionar, checar e mandar para o ar. E com o meu nome em cima, assinando o texto. (...)
28/11/2001 - Sério. Eu não valho um tostão furado. (...) Está me achando preguiçoso? Então espere para até saber que o "filé" da coluna de hoje será o material sobre rock americano que eu publiquei segunda-feira passada no "Folhateen", o caderno teen da Folha de S. Paulo, o jornal para o qual trabalho. É... Repeteco! Se a picaretagem no jornalismo pop rola tão solta nestes últimos tempos, porque eu não posso copiar também? Pelo menos estou copiando a mim mesmo? (...)
30/01/2002 - Obas. Deixa eu ver: já falei de shows (e não-shows), discos, do novo Chemical Brothers, do Stereo Total... E para esta semana... Vai ser... Estou meio sem assunto. E, nestas ocasiões, um colunista vivido e batuta sempre apela para "começar bem" com aqueles assuntos tapa-buracos: ou escreve sobre amor, ou sobre esses leitores e suas missivas maravilhosas. Como essa de amor já foi artifício usado recentemente, resolvi mostrar o "outro lado" desta vida de colunista: as cornetadas. (...)
13/02/2002 - (...) Não tome como exemplo esta coluna, que não vem lá cheia de "grandes coisas" (...).
20/02/2002 - (...) Idéia boa ou absoluta falta do que fazer, este escriba instalou câmeras imaginárias em si mesmo e, numa espécie de maçaroca das duas mais badaladas atrações da TV, vai percorrer este longo espaço até o fim registrando ao vivo um dia terrível na vida de um colunista pop. (...)
06/03/2002 - [Texto do Nick Hornby.] ASSIM É FÁCIL. O texto acima, infelizmente, não é meu. Foi escrito pelo papa pop Nick Hornby, escritor inglês que dispensa maiores introduções. O texto, inédito, que foi imolado por mim em algumas partes, para o bem da tradução, saiu no mais recente número da britânica "Granta - The Magazine of New Writing". (...) abrir este espaço com um texto do Nick Hornby torna a vida de qualquer colunista mais fácil. E este aqui agradece ao escritor. (...)
13/03/2002 - Pombas! É a primeira coluna depois do texto do Nick Hornby (responsabilidade!) e não tenho muito idéia do que escrever (vazio). Já está tarde (relaxo) para uma terça-feira (dia em que escrevo isto aqui) que promete ser complicada (medo), meu carro ameaçou quebrar na Marginal (pânico), o calor está de matar (preguiça) (...).
27/03/2002 - E aí, belezura? Hoje não estou muito a fim, vou logo avisando. Estou meio disperso, sei lá. Pode ser que esta coluna saia ainda pior que as outras. Vai me desculpando. (...)
Depois ninguém acredita quando eu digo que o Pimenta é o Reverendo Massari: "Tô sabendo q o Keyboardplayerguy foi no Nhagá fazê uma Interviewwiththevampire-tomCruise/NicoleKidmann... Foi bom para você littlekeybordplayerguylivesinsaoleocitymasterplanwithmybabesaroundtheworldtoliveforeverontherock's BABY..." [E-mail]
Respostas na lista independentes-poa ao meu post de 3/27/2002 1:46:47 PM:
"O que me deixa puto mesmo é levar a sério psicologia de manicure." (Will de Wonkavision)
Talvez uma manicure tenha um caráter melhor do que o dele. E se essa "psicologia" é das manicures, talvez elas sejam mais inteligentes, também. Talvez, porque eu não sei a Verdade, só estava questionando quem não se questiona.
"Uh, no ponto. Isso é covardia. Acho um lixo também. Aliás, meu irmão mais velho era rei de fazer isso quando era menor." (Henrique Fanti - da Sensifer)
Covardia.
"O que me deixa puto mesmo é levar a sério psicologia de manicure." (Will de Wonkavision)
Talvez uma manicure tenha um caráter melhor do que o dele. E se essa "psicologia" é das manicures, talvez elas sejam mais inteligentes, também. Talvez, porque eu não sei a Verdade, só estava questionando quem não se questiona.
"Uh, no ponto. Isso é covardia. Acho um lixo também. Aliás, meu irmão mais velho era rei de fazer isso quando era menor." (Henrique Fanti - da Sensifer)
Covardia.
Mogwai não vem para o RS...
14th May Sao Paulo Teatro do SESC Vila Mariana - BRAZIL
15th May Sao Paulo Teatro do SESC Vila Mariana - BRAZIL
17th May Belo Horizonte Teatro Francisco Nunes - BRAZIL
18th May Rio De Janeiro Venue TBC - BRAZIL
14th May Sao Paulo Teatro do SESC Vila Mariana - BRAZIL
15th May Sao Paulo Teatro do SESC Vila Mariana - BRAZIL
17th May Belo Horizonte Teatro Francisco Nunes - BRAZIL
18th May Rio De Janeiro Venue TBC - BRAZIL
O Nada existe. O Nada é O QUE existe. É o que existe por trás do Tudo, que é cultural. O ser humano criou o Tudo para não sofrer com o Nada. O budismo busca entrar em harmonia com o Nada para atingir a Felicidade. As drogas reduzem a válvula redutora e nos fazem tolerar melhor o Nada. Mas o triste é que quando o efeito passa, a gente se sente mal porque volta a pensar no Tudo e, ainda por cima, se sente mal por ter estado em maior harmonia com o Nada, por ter estado "alto" através de indução artificial. A consciência é o diabinho do Tudo lutando contra o anjinho do Nada.
> Se a vida é nada além de uma questão de sobrevivência, as pessoas se
> igualam aos animais, perdem sua humanidade vivendo para sobreviver,
> para trabalhar e ganhar dinheiro e morrer. Que triste :(
A Humanidade faz parte do Tudo, é cultural. A maldição da razão é que nos cria a sensação de Infelicidade e a obrigação de haver um Sentido Da Vida. As pessoas não se igualam aos animais, pois elas são iguais aos animais, pois elas são animais. A diferença espiritual que temos com relação aos outros animais nos cria maiores dificuldades - porque precisamos atingir o Equilíbrio Emocional e a Felicidade - e, em contraponto, algumas alternativas lúdicas para a sobrevivência. Entre elas está a Arte, que se iguala ao Trabalho na função de passatempo da vida. No entanto, o Trabalho é mais cultural, enquanto a Arte é mais vital, intuitiva, prazerosa, transcedental. Tanto que ela pode entrar de forma macia na vaga do Sentido Da Vida, já que a nossa mente anseia tanto por tal preenchimento. E assim aparece uma visão de mundo menos realista que a anterior, mais romântica e confortável, que não necessariamente seja mentirosa, pois a Verdade é um conceito que não existe de fato.
> Talvez isso
> explique essa fixação de se trabalhar com algo de que se goste, uma
> última tentativa de recuperar a dignidade, o sonho. Do jeito errado,
> lógico: tentando unir o útil ao agradável. O útil não é pra ser
> agradável. É pra ser útil e pronto. E vice-versa. Não podem se
> juntar. Senão o agradável vira "hobby". Minha mãe mesmo disse outro
> dia que eu tinha que fazer publicidade e fazer artes como "hobby". Eu
> bati o pé: artes não é pra ser "hobby" senão perde o sentido. Mas
> tentar convencê-la disso foi a mesma coisa que tentar atravessar uma
> parede.
Perfeito. O agradável - principalmente a arte - não pode ser contaminado pelo útil - principalmente o trabalho, que é comercial.
> Quanto ao útil, eu penso depois, qualquer merda de trabalho é útil. Tanto
> faz ser jornalita ou funcionário público, o trabalho é a parte da
> vida dedicada ao nada. Por isso o Douglas vai ser funcionário público
> (e o Bukowski vivia de subempregos). Pra separar o útil do agradável.
* Diálogo virtual entre mim e a Gabriela.
> Se a vida é nada além de uma questão de sobrevivência, as pessoas se
> igualam aos animais, perdem sua humanidade vivendo para sobreviver,
> para trabalhar e ganhar dinheiro e morrer. Que triste :(
A Humanidade faz parte do Tudo, é cultural. A maldição da razão é que nos cria a sensação de Infelicidade e a obrigação de haver um Sentido Da Vida. As pessoas não se igualam aos animais, pois elas são iguais aos animais, pois elas são animais. A diferença espiritual que temos com relação aos outros animais nos cria maiores dificuldades - porque precisamos atingir o Equilíbrio Emocional e a Felicidade - e, em contraponto, algumas alternativas lúdicas para a sobrevivência. Entre elas está a Arte, que se iguala ao Trabalho na função de passatempo da vida. No entanto, o Trabalho é mais cultural, enquanto a Arte é mais vital, intuitiva, prazerosa, transcedental. Tanto que ela pode entrar de forma macia na vaga do Sentido Da Vida, já que a nossa mente anseia tanto por tal preenchimento. E assim aparece uma visão de mundo menos realista que a anterior, mais romântica e confortável, que não necessariamente seja mentirosa, pois a Verdade é um conceito que não existe de fato.
> Talvez isso
> explique essa fixação de se trabalhar com algo de que se goste, uma
> última tentativa de recuperar a dignidade, o sonho. Do jeito errado,
> lógico: tentando unir o útil ao agradável. O útil não é pra ser
> agradável. É pra ser útil e pronto. E vice-versa. Não podem se
> juntar. Senão o agradável vira "hobby". Minha mãe mesmo disse outro
> dia que eu tinha que fazer publicidade e fazer artes como "hobby". Eu
> bati o pé: artes não é pra ser "hobby" senão perde o sentido. Mas
> tentar convencê-la disso foi a mesma coisa que tentar atravessar uma
> parede.
Perfeito. O agradável - principalmente a arte - não pode ser contaminado pelo útil - principalmente o trabalho, que é comercial.
> Quanto ao útil, eu penso depois, qualquer merda de trabalho é útil. Tanto
> faz ser jornalita ou funcionário público, o trabalho é a parte da
> vida dedicada ao nada. Por isso o Douglas vai ser funcionário público
> (e o Bukowski vivia de subempregos). Pra separar o útil do agradável.
* Diálogo virtual entre mim e a Gabriela.
"Melhor gastar a vida sendo feliz.
Mas se eu preciso de dinheiro pra ver o mar,
mas se eu preciso de dinheiro pra comprar uma guitarra nova,
então eu preciso juntar dinheiro antes de ser feliz.
E por isso serei infeliz até juntar o dinheiro que preciso
E posso morrer atropelado saindo do trabalho
E morrer infeliz."
Este é o ponto! Quanto tempo você considera necessário para ficar ganhando dinheiro e parar para ser feliz? Quando é a hora de trocar da infelicidade para a felicidade? Enquanto você é infeliz para ganhar dinheiro e ser feliz, como ficam as pessoas que amam você, que estão junto de você e querem ser feliz logo, sem perder tempo? Não só você pode morrer atropelado a qualquer momento, como qualquer momento acaba logo, cada segundo passa e poderia ter sido melhor aproveitado. A vida é curta e é uma só. No final, a porcentagem de aproveitamento vai ser muito importante. E se demorar muito para o dinheiro aparecer? E se o lucro necessário para a poupança aparece em progressões muito lentas? E se quando o dinheiro aparecer você preferir ficar para ganhar mais um pouco? Qual a quantia, em dólares, você pretende juntar nos anos de infelicidade? E se for possível ir sendo feliz e começar a ganhar dinheiro feliz?
"Não faça o que os outros querem, faça o que você quer enquanto ainda tem tempo de arriscar, senão depois você vai se enrolando nas responsabilidades e os sonhos ficam em segundo plano."
Mas se eu preciso de dinheiro pra ver o mar,
mas se eu preciso de dinheiro pra comprar uma guitarra nova,
então eu preciso juntar dinheiro antes de ser feliz.
E por isso serei infeliz até juntar o dinheiro que preciso
E posso morrer atropelado saindo do trabalho
E morrer infeliz."
Este é o ponto! Quanto tempo você considera necessário para ficar ganhando dinheiro e parar para ser feliz? Quando é a hora de trocar da infelicidade para a felicidade? Enquanto você é infeliz para ganhar dinheiro e ser feliz, como ficam as pessoas que amam você, que estão junto de você e querem ser feliz logo, sem perder tempo? Não só você pode morrer atropelado a qualquer momento, como qualquer momento acaba logo, cada segundo passa e poderia ter sido melhor aproveitado. A vida é curta e é uma só. No final, a porcentagem de aproveitamento vai ser muito importante. E se demorar muito para o dinheiro aparecer? E se o lucro necessário para a poupança aparece em progressões muito lentas? E se quando o dinheiro aparecer você preferir ficar para ganhar mais um pouco? Qual a quantia, em dólares, você pretende juntar nos anos de infelicidade? E se for possível ir sendo feliz e começar a ganhar dinheiro feliz?
"Não faça o que os outros querem, faça o que você quer enquanto ainda tem tempo de arriscar, senão depois você vai se enrolando nas responsabilidades e os sonhos ficam em segundo plano."
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