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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
"O simples desejo de resolver um problema é uma fuga do problema, não é? Eu não examinei o problema, não o estudei, não o explorei, não o entendi. Não conheço a beleza ou a feiura ou a profundidade do problema; minha única preocupação é resolvê-lo, afastá-lo. Esta urgência para resolver um problema sem o ter compreendido é uma fuga do problema e, assim, se torna outro problema. Toda fuga gera mais problemas. A maioria de nós está acostumada a fugir imediatamente quando surge um problema, e consideramos muito difícil ficar com o problema – apenas observá-lo sem interpretar, condenar ou comparar, sem tentar alterá-lo ou fazer alguma coisa com ele. Isso exige a completa atenção da pessoa, mas para a maioria de nós nenhum problema é tão sério que nós queiramos dar a ele nossa completa atenção, pois levamos uma vida muito superficial, e facilmente nos satisfazemos com respostas loquazes, reações rápidas. Queremos esquecer o problema, afastá-lo e procurar alguma outra coisa. Apenas quando o problema nos toca intimamente, como no caso da morte, ou uma completa falta de dinheiro, ou quando o marido ou a esposa nos deixou – só então o problema pode se tornar uma crise. Mas nós nunca permitimos que um problema provoque uma crise em nossa vida; sempre o empurramos com explicações, com palavras, com as várias coisas que usamos como defesa." (Krishnamurti)
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