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segunda-feira, 26 de março de 2007
A ingenuidade pode ser igualmente nociva, a agressão passiva pode ser tão nociva quanto a agressão ativa e deliberada. Faz parte das virtudes que precisam estar às voltas da ética a capacidade de perceber quando a outra pessoa é o que parece ser ou está em pleno e contínuo disfarce. Até porque esse tipo de enganação é um desrespeito duplo: o enganador está tirando o enganado pra otário, está agindo desonestamente. E agora estou falando mais universalmente, sem se ater à nossa questão específica. E, em alguns casos, a ingenuidade pode ser uma preguiça de lutar pela ética, porque "lutar" é sempre algo dolorido, pressupõe uma rejeição logo a seguir. Só que as pessoas geralmente pensam no curto prazo, não no benefício que a "luta" vai trazer futuramente, em todos os cantos. Como dizem no Waking Life ou no Quem Somos Nós, uma escolha pelo "sim", uma escolha no caminho certo, acaba contaminando tudo à volta.
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