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:: Segunda-feira, Maio 19, 2008 ::

Teste.

:: SOLYARISTICHESKIH :: 20:14 [+] :: comente por e-mail
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:: Domingo, Maio 18, 2008 ::



Maio

01. Constantina "Jaburu" (Open Field / Peligro)
02. Battles "Mirrored" (Warp)
03. Constantina "Constantina" (Le Petit Chambre)
04. Stephen Malkmus "Face the Truth" (Ultrapop)
05. Blanched "Avalanched" (Open Field / Peligro)
06. Calexico "Garden Ruin" (Quarterstick)
07. Colorir "A Clínica do Olho" (Open Field / Peligro)
08. V/A "Acquired Taste" (Sub Pop)
09. Pan&Tone "Estéreo Tipo ou Panorâmico Tonal" (Open Field / Peligro)
10. V/A "Não Wave" (Man)

:: SOLYARISTICHESKIH :: 22:59 [+] :: comente por e-mail
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Se continuar desse jeito e a Vida Simples ver isso, quando o Muriel voltar, ele tem emprego numa grande revista. Encontrar o graal é pouco. Isso quer dizer que, independentemente de qualquer coisa, um conhecimento desses assim conquistado acaba confluindo para encharcar positivamente toda a vida daqui para diante.

"Viver é uma coisa óbvia. Mas então por quê nos custa tanto aprender? Tem uma teorizinha que ensaiei dois minutos atrás: toda coisa quando vista diretamente surge como óbvia. O óbvio é a sensação que vem na experiência direta das coisas. A vida portanto só pode ser vivida em sua obviedade, na sua experiência direta, que é o que torna ela óbvia. O que dificulta tudo é que nós nos encarregamos de esconder a sua obviedade, de pensá-la, idealizá-la. Então passamos uma boa parte das nossas vidas cavocando cavocando cavocando em nossos pensamentos e ideais em busca da experiência direta, sem intermediários imagéticos, o fluxo mesmo das coisas, que quanto aparece se mostra tão óbvio que a gente tem de imediato a reação de voltar atrás, refluindo em pensamentos contrários, como que num arrependimento expresso por não termos visto antes tão antes o que é óbvio tão óbvio, tal é a ambigüidade da sensação da obviedade. Viver, concluo, é tão óbvio que para um cidadão mais ou menos instruído é natural duvidar. Mas como assim? Não pode ser tão óbvio assim. Vou pensar numa forma mais complexa ou mais profunda. Nada, é óbvio sim, é simples assim, sem segredos. Sejamos óbvios, sejamos felizes!" ('Amar a solidão do outro')

"Tenho observado em mim e nos meus amigos daqui as mais diferentes formas de lidar com a difícil balança da necessidade de segurança e da instabilidade de todas as coisas. Há sem dúvida soluções admiráveis e simples, as quais eu mesmo não entendo e até invejo, assim como já vi gente patinando nos seus medos sem a menor noção de que podiam dispôr de formas mais sofisticadas pra lidar com isso. Eu acho que me situo num padrão meio médio, meia boca, longe de ser dos mais eficazes pelo menos é saudável e realista. Abaixo de mim estão aqueles que não conseguem ficar sozinhos nem por dois segundos, os que bebem ou fumam regularmente, os que estão sempre em atividade, os que trabalham demais, os que sonham demais. Peraí, nessa última categoria eu também me situo. É uma questão complexa, eu sei. Necessidade de segurança é coisa legítima e justa, tomos precisamos e merecemos ter alguma, a vida é inviável sem algum tipo de segurança, mesmo que possamos dizer que não existem seguranças e garantias ou, como os budistas, que tudo é ilusão. Que seja, sem ilusões é impossível sobreviver, falo por experiência própria. Da mesma forma que com ilusões demais ou dando solidez demais às ilusões, o buraco é o mesmo. Assim, ao que parece, a melhor posição pra balança é a do meio, viver a ilusão mas saber ver através dela, buscar sim a segurança mas entrever a sua inconsistência, seja ela a mulher amada, o carro do ano, o trabalho bem realizado. No fundo, sabemos, não é preciso fazer nada, a gente realmente não precisaria de nada pra seguir vivendo. (...) Mas o que eu quero dizer é no fundo óbvio, como tudo o que é difícil de enxergar: a obtenção da segurança passa pelo saber lidar com a instabilidade, que é da onde surge a flexibilidade. Flexibilidade pra lidar com os sonhos, com os desejos, com a realidade, com o passado, flexibilidade pra suportar a segurança e a insegurança, flexibilidade pra suportar ser e não ser várias vezes ao dia, flexibilidade pra ser feliz e infeliz a cada vez. (...)" ('A necessidade de estar seguro')

"Um sofisma: nós podemos ser o que nós quisermos. Em certo sentido sim, podemos. O que os sofistas dessa escola não dizem é que, se você é o que você quer, sem respeitar o que você é em sua natureza, você é uma mentira pra si mesmo, você vive uma vida fora de esquadro, doente. Verdades relativas e verdades absolutas. A relativa é que sim, podemos ser o que quisermos, o menu de formas humanas e de estilos de vida é vasto e podemos viver a experiência que nos der na telha. No entanto, a verdade absoluta diz que só existe uma vida autêntica e que ela reside em nossa própria natureza. Portanto, há uma escolha aí. Ou você opta por ter uma vida de experiências ou você opta pela sua natureza. Se você quer se sentir confortável dentro de si mesmo, opte pela segunda via, sem dúvida. De outro modo, será difícil parar de saltar de galho em galho. (...)" 'Marcando a posição')

:: SOLYARISTICHESKIH :: 22:45 [+] :: comente por e-mail
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Consideração inédita. Milagre.

"Ae, foi mal demorar tanto pra responder. Curti o Blanched e o Hotel, mas, porra, Pelicano é muito foda!" (Lucas de Almeida, Inverness)

:: SOLYARISTICHESKIH :: 13:08 [+] :: comente por e-mail
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:: Sábado, Maio 17, 2008 ::


O filme curitibano 'Estômago' é um dos melhores de todos os tempos do Brasil, excluindo-se os minutos finais, que estragam um pouco. Ele é conduzido com maestria pelo diretor Marcos Jorge e pela trilha sonora do italiano Giovanni Venosta (a música é 50% da fluidez do filme). E o protagonista é o sensacional João Miguel, o Ranulpho de 'Cinemas, aspirinas e urubus'. O filme e o ator venceram o Festival de Punta Del Este.

:: SOLYARISTICHESKIH :: 20:27 [+] :: comente por e-mail
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:: Quarta-feira, Maio 14, 2008 ::
O chargista Sinovaldo foi um herói da minha infância, quando eu recortava o trabalho dele no Jornal NH (principalmente os do personagem Vavau, um cão vira-lata) e quando eu lia e relia um livrinho que eu tinha - e que está "vivo" na casa do meu pai, conforme eu vi esses dias.


:: SOLYARISTICHESKIH :: 00:00 [+] :: comente por e-mail
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:: Terça-feira, Maio 13, 2008 ::
[100 MELHORES DISCOS DOS ANOS 80 SEGUNDO PITCHFORK]

001: Sonic Youth - Daydream Nation [Blast First/Enigma; 1987]
002: Talking Heads - Remain in Light [Sire; 1980]
003: Beastie Boys - Paul's Boutique [Capitol; 1989]
004: Pixies - Doolittle [4AD; 1989]
005: R.E.M. - Murmur [IRS; 1983]
006: The Smiths - The Queen Is Dead [Sire; 1986]
007: Pixies - Surfer Rosa [4AD; 1988]
008: Tom Waits - Rain Dogs [Island; 1985]
009: Public Enemy - It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back [Def Jam; 1988]
010: Joy Division - Closer [Factory; 1980]
011: Tom Waits - Swordfishtrombones [Island; 1983]
012: Prince & The Revolution - Purple Rain [Warner Bros; 1984]
013: The Fall - This Nation's Saving Grace [Beggars Banquet; 1985]
014: Sonic Youth - Sister [SST; 1987]
015: XTC - Skylarking [Virgin; 1986]
016: Galaxie 500 - On Fire [Rough Trade; 1989]
017: Minutemen - Double Nickels on the Dime [SST; 1984]
018: De La Soul - 3 Feet High and Rising [Tommy Boy; 1989]
019: Public Image, Ltd. - Second Edition [Virgin; 1980]
020: This Heat - Deceit [Rough Trade; 1981]
021: Brian Eno & David Byrne - My Life in the Bush of Ghosts [Sire; 1981]
022: My Bloody Valentine - Isn't Anything [Creation/Sire; 1988]
023: The Jesus & Mary Chain - Psychocandy [Blanco y Negro/Warner Bros; 1985]
024: Gang of Four - Solid Gold [Warner Bros; 1981]
025: Black Flag - Damaged [SST; 1981]
026: Elvis Costello & The Attractions - Get Happy [Columbia; 1980]
027: Michael Jackson - Thriller [Epic; 1982]
028: New Order - Power, Corruption & Lies [Factory; 1983]
029: The Replacements - Let It Be [Twin/Tone; 1984]
030: U2 - The Joshua Tree [Island; 1987]
031: Sonic Youth - EVOL [SST; 1986]
032: Hüsker Dü - Zen Arcade [SST; 1984]
033: The Fall - Hex Enduction Hour [Kamera; 1982]
034: Talk Talk - Spirit of Eden [EMI; 1988]
035: N.W.A. - Straight Outta Compton [Ruthless/Priority; 1988]
036: Violent Femmes - Violent Femmes [Rough Trade; 1983]
037: The Replacements - Tim [Sire; 1985]
038: The Cure - Disintegration [Fiction/Elektra; 1989]
039: The Stone Roses - The Stone Roses [Silvertone; 1989]
040: Dinosaur Jr. - You're Living All Over Me [SST; 1987]
041: Beastie Boys - Licensed to Ill [Def Jam; 1986]
042: Cowboy Junkies - The Trinity Session [RCA; 1988]
043: Run-DMC - Raising Hell [Profile; 1986]
044: Kraftwerk - Computer World [Warner Bros; 1981]
045: Prince - Sign 'O' The Times [Paisley Park/Warner Bros; 1987]
046: XTC - English Settlement [Virgin; 1982]
047: John Zorn - Naked City [Tzadik; 1989]
048: R.E.M. - Document [IRS; 1987]
049: Mission of Burma - Vs. [Ace of Hearts; 1982]
050: Spacemen 3 - The Perfect Prescription [Fire; 1987]
051: Leonard Cohen - I'm Your Man [Columbia; 1988]
052: Eric B. & Rakim - Paid in Full [4th & Broadway; 1987]
053: Mission of Burma - Signals, Calls & Marches [Ace of Hearts; 1981]
054: Big Black - Songs about Fucking [Touch & Go; 1987]
055: The Police - Synchronicity [A&M; 1983]
056: King Crimson - Discipline [Warner Bros; 1981]
057: Pixies - Come On Pilgrim [4AD; 1987]
058: Elvis Costello - Imperial Bedroom [Columbia; 1982]
059: Guns N' Roses - Appetite for Destruction [Geffen; 1987]
060: Bruce Springsteen - Nebraska [Columbia; 1982]
061: Nurse with Wound - Homotopy to Marie [United Dairies; 1982]
062: R.E.M. - Reckoning [IRS; 1984]
063: Young Marble Giants - Colossal Youth [Rough Trade; 1980]
064: Television Personalities - ...And Don't the Kids Just Love It [Rough Trade; 1981]
065: The Soft Boys - Underwater Moonlight [Armageddon; 1980]
066: The Dukes of Stratosphear - Psonic Psunspot [Virgin; 1987]
067: The Pogues - Rum, Sodomy & The Lash [MCA; 1985]
068: Talking Heads - Stop Making Sense [Sire; 1984]
069: The Feelies - Crazy Rhythms [A&M; 1980]
070: Elvis Costello - Trust [Columbia; 1981]
071: Replacements - Pleased to Meet Me [Sire; 1987]
072: Meat Puppets - Up on the Sun [SST; 1985]
073: Coil - Horse Rotorvator [Relativity; 1987]
074: Mekons - Fear & Whiskey [Sin; 1985]
075: Boogie Down Productions - Criminal Minded [Sugar Hill; 1987]
076: The dB's - Stands for Decibels [IRS; 1981]
077: The Smiths - Strangeways, Here We Come [Sire; 1987]
078: They Might Be Giants - Lincoln [Fire; 1989]
079: Manuel Gttsching - E2-E4 [Spalax; 1981]
080: Hüsker Dü - New Day Rising [SST; 1985]
081: Cocteau Twins - Blue Bell Knoll [4AD; 1988]
082: The Fall - Perverted by Language [Rough Trade; 1983]
083: Talk Talk - The Colour of Spring [EMI; 1986]
084: ESG - Come Away with ESG [99; 1983]
085: Paul Simon - Graceland [Warner Bros; 1986]
086: The Police - Ghost in the Machine [A&M; 1981]
087: Prince - Dirty Mind [Warner Bros; 1980]
088: Spacemen 3 - Playing with Fire [Fire; 1989]
089: Boredoms - Soul Discharge [Shimmy-Disc; 1989]
090: Jane's Addiction - Nothing's Shocking [Warner Bros; 1988]
091: X - Los Angeles [Slash; 1980]
092: Kate Bush - Hounds of Love [EMI; 1985]
093: David Bowie - Scary Monsters (And Super Creeps) [RCA; 1980]
094: Meat Puppets - II [SST; 1983]
095: Duran Duran - Rio [Capitol; 1982]
096: Rites of Spring - Rites of Spring [Dischord; 1985]
097: Mekons - The Mekons Rock 'N' Roll [A&M; 1989]
098: Cocteau Twins - Treasure [4AD; 1984]
099: Gang of Four - Songs of the Free [Warner Bros; 1982]
100: Minor Threat - Out of Step [Dischord; 1984]

[100 MELHORES DISCOS DOS ANOS 90 SEGUNDO PITCHFORK]

001: Radiohead - OK Computer [Capitol; 1997]
002: My Bloody Valentine - Loveless [Creation; 1991]
003: The Flaming Lips - The Soft Bulletin [Warner Bros; 1999]
004: Neutral Milk Hotel - In the Aeroplane Over the Sea [Merge; 1998]
005: Pavement - Slanted & Enchanted [Matador; 1992]
006: Nirvana - Nevermind [DGC; 1991]
007: DJ Shadow - ... Endtroducing [Mo'Wax; 1996]
008: Pavement - Crooked Rain, Crooked Rain [Matador; 1994]
009: Bonnie "Prince" Billy - I See a Darkness [Palace; 1999]
010: Guided by Voices - Bee Thousand [Scat; 1994]
011: Talk Talk - Laughing Stock [Polydor; 1991]
012: Slint - Spiderland [Touch & Go; 1991]
013: Nirvana - In Utero [DGC; 1993]
014: Belle & Sebastian - If You're Feeling Sinister [The Enclave; 1996]
015: Radiohead - The Bends [Capitol; 1995]
016: The Dismemberment Plan - Emergency & I [DeSoto; 1999]
017: Public Enemy - Fear of a Black Planet [Def Jam; 1990]
018: Smashing Pumpkins - Siamese Dream [Virgin; 1993]
019: Beck - Odelay [DGC; 1996]
020: Björk - Post [Elektra; 1995]
021: Björk - Homogenic [Elektra; 1997]
022: Built to Spill - Perfect from Now On [Warner Bros; 1997]
023: The Beta Band - The Three EPs [Astralwerks; 1999]
024: Built to Spill - There's Nothing Wrong with Love [Up; 1994]
025: Yo La Tengo - I Can Hear the Heart Beating as One [Matador; 1997]
026: Weezer - Weezer [DGC; 1994]
027: Guided by Voices - Alien Lanes [Matador; 1995]
028: Pixies - Bossanova [4AD; 1990]
029: Modest Mouse - The Lonesome Crowded West [Up; 1997]
030: Liz Phair - Exile in Guyville [Matador; 1993]
031: Wilco - Summerteeth [Reprise; 1999]
032: The Notorious B.I.G. - Ready to Die [Bad Boy; 1994]
033: Nas - Illmatic [Columbia; 1994]
034: Beastie Boys - Check Your Head [Grand Royal; 1992]
035: Boards of Canada - Music Has the Right to Children [Warp; 1998]
036: Wu-Tang Clan - Enter the Wu-Tang (36 Chambers) [Loud; 1993]
037: Magnetic Fields - 69 Love Songs [Merge; 1999]
038: The Jesus Lizard - Goat [Touch & Go; 1991]
039: Olivia Tremor Control - Dusk at Cubist Castle [Flydaddy; 1996]
040: Aphex Twin - The Richard D. James Album [Warp; 1996]
041: Yo La Tengo - Painful [Matador; 1993]
042: Fugazi - Red Medicine [Dischord; 1995]
043: R.E.M. - Automatic for the People [Warner Bros; 1992]
044: Boredoms - Super Ae [Birdman; 1998]
045: Godspeed You Black Emperor! - F# A# Infinity [Kranky; 1998]
046: Air - Moon Safari [Astralwerks; 1998]
047: Oval - 94diskont [Thrill Jockey; 1995]
048: Portishead - Dummy [Go! Discs; 1994]
049: Tom Waits - Bone Machine [Island; 1992]
050: Outkast - Aquemini [LaFace; 1998]
051: Stereolab - Emperor Tomato Ketchup [Elektra; 1996]
052: PJ Harvey - Rid of Me [Island; 1993]
053: Weezer - Pinkerton [DGC; 1991]
054: Blur - Parklife [SBK; 1994]
055: Spiritualized - Ladies and Gentlemen, We Are Floating in Space [Dedicated; 1997]
056: A Tribe Called Quest - The Low-End Theory [Jive; 1991]
057: Brainiac - Bonsai Superstar [Grass; 1994]
058: Jesus Lizard - Liar [Touch & Go; 1992]
059: Elliott Smith - Either/Or [Kill Rock Stars; 1997]
060: Palace Music - Viva Last Blues [Drag City; 1995]
061: Pulp - Different Class [Island; 1995]
062: Aphex Twin - Selected Ambient Works, Vol. II [Warp; 1994]
063: De La Soul - De La Soul Is Dead [Tommy Boy; 1991]
064: The Breeders - Last Splash [4AD; 1993]
065: Daft Punk - Homework [Virgin; 1997]
066: Tricky - Maxinquaye [Island; 1995]
067: Mouse on Mars - Iaora Tahiti [Too Pure; 1995]
068: Elliott Smith - XO [Dreamworks; 1998]
069: Jeff Buckley - Grace [Columbia; 1994]
070: Jawbox - For Your Own Special Sweetheart [Atlantic; 1994]
071: Dr. Octagon - Octagonecologyst [Dreamworks; 1996]
072: Silver Jews - American Water [Drag City; 1998]
073: Brainiac - Hissing Prigs in Static Couture [Touch & Go; 1996]
074: Ride - Nowhere [Sire; 1990]
075: A Tribe Called Quest - Midnight Marauders [Jive; 1993]
076: Mercury Rev - Deserter's Songs [V2; 1998]
077: Primal Scream - Screamadelica [Sire; 1991]
078: Stereolab - Mars Audiac Quintet [Elektra; 1994]
079: Dr. Dre - The Chronic [Death Row; 1992]
080: The Pharcyde - Bizarre Ride II The Pharcyde [Delicious Vinyl; 1992]
081: The Breeders - Pod [4AD; 1990]
082: Sonic Youth - Goo [DGC; 1990]
083: Pixies - Trompe le Monde [4AD; 1991]
084: Company Flow - Funcrusher Plus [Rawkus; 1997]
085: Massive Attack - Blue Lines [Virgin; 1991]
086: Destroyer - City of Daughters [Triple Crown; 1998]
087: GZA/Genius - Liquid Swords [Geffen; 1995]
088: Wilco - Being There [Reprise; 1996]
089: Squarepusher - Music Is Rotted One Note [Warp; 1999]
090: Cocteau Twins - Heaven or Las Vegas [4AD; 1990]
091: Tortoise - TNT [Thrill Jockey; 1998]
092: Scott Walker - Tilt [Drag City; 1995]
093: Bob Dylan - Time Out of Mind [Columbia; 1997]
094: Frank Black - Teenager of the Year [4AD; 1994]
095: Massive Attack - Mezzanine [Virgin; 1998]
096: Herbert - Around the House [!K7; 1998]
097: Mogwai - Young Team [Jetset; 1997]
098: KMD - Mr. Hood [Asylum; 1991]
099: Raekwon - Only Built 4 Cuban Linx [Loud; 1995]
100: The Orb - The Orb's Adventures Beyond the Ultraworld [Big Life; 1991]

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Na minha terceira ida a estádio desde a adultez, pude perceber o seguinte. Quarenta mil torcedores de um mesmo time poderia parecer uma irmandade incondicional, devido ao avassalador número de "iguais" e a uma esmagadora maioria. Mas não é. Muitos colorados ficam o tempo todo com a esperança de encontrar um gremista disfarçado de colorado. A coloradez fica sendo colocada em dúvida o tempo todo, nas arquibancadas. (Inclusive jogadores são acusados.) No banheiro, por exemplo, quem demora para mijar "só pode ser da Azenha". O jogo era Inter x Sport, e, para os torcedores do Inter, o inimigo não era o pernambucano rubro-negro, mas o time que nem estava ali, o torcedor que passa longe do Beira-Rio quando não é Gre-Nal. Isso reforça a tese de que a rivalidade entre clubes de futebol está no lugar da rivalidade de povos guerreiros na Idade Média. Quem não está na guerra do tráfico, está na guerra do futebol. (E tem gente que deve estar nas duas.) Para o homo sapiens animalesco, é preciso estar em combate com algum grupo inimigo para sentir-se vivo, se não ele não sabe para onde canalizar a energia. Rivalidade binômica à parte, o incondicional aparece mesmo é do nada, como na pancadaria que aconteceu bem do meu lado, naquele jogo de quarta passada. Cerca de dez pessoas estavam envolvidas em se defender e atacar dois (outros) caras bêbados - inclusive um adolescente, com pedalaço. E aqui entra uma outra questão, muito enfocada com a nova lei do Campeonato Brasileiro, de que é proibida a venda de bebida alcoólica nos estádios. Dizem que não adianta, porque vendem cerveja ali fora do estádio e, mesmo se não vendessem, talvez fosse pior porque as pessoas já viriam bêbadas de casa, e de vinho ou cachaça. Mas o que é isso? Essas pessoas são realmente torcedoras? Elas vão ao estádio para ver o time, para ver um jogo de futebol, para cantar e torcer, ou para ficar bêbadas? Se o Inter estivesse mal, mas o Inter está bem, então para que fugir da consciência? Para que não ver a vitória com os olhos completamente não-turvos? Ficar bêbadas para quê? Para brigar? Ou somente com álcool é possível cantar? Ou somente com álcool é possível divertir-se? No dia em que o Inter fez 8x1 no Juventude, passamos, eu e a Juliana, de carro na frente do Beira-Rio para buzinar e participar de alguma forma daquela festa, já que não havíamos ido ao jogo. Vimos uma faixa grande, meio faixa meio bandeira, com três palavras, verbos na primeira pessoa do presente do indicativo: BEBO, CANTO, BRIGO.

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:: Quarta-feira, Maio 07, 2008 ::
Post MUITO multipost.

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Suruba incestuosa de troca-troca em 15 atos.

Dionisio (1998): Douglas, Daniel, Rodrigo
Thös-Grol (2001): Rodrigo, Daniel, Túlio, Rodrigo Andrade
Poliéster (2002): Douglas, Rodrigo, Porsche, Madi
Blanched (2003): Douglas, Koch, Leonardo, Galera, Priscila, Muriel
Farveste (2004): Renan, Mateus, Túlio, Nêgo
Pelicano (2005): Douglas, Renan, Bruno, Rodrigo
Andina (2005): Renan, Rodrigo, Mateus, Túlio, Daniel
input_output (2006): Douglas, Renan, Mateus, Mac
Pelicano (2006): Douglas, Renan, Bruno, Mac
Farveste (2006): Renan, Mateus, Túlio, Rodrigo
Hotel (2006): Douglas, Renan, Koch, Yury
Hotel (2007): Douglas, Mateus, Rodrigo, Brawl
Congonhas (2007): Douglas, Renan, Mateus, Koch
Congonhas (2008a): Douglas, Renan, Mateus, Mac
Congonhas (2008b): Douglas, Renan, Mac, Mariana, Daniel

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A última Banana Records fechou e estava vendendo tudo com 70% de desconto. Fui lá e comprei cinco itens:

Tricky - Angel with dirty faces
Hilton Raw - A arte da infelicidade (uma aposta no escuro pela excelência do material gráfico)
David Bowie - hours... (para a minha namorada)
Radiohead - I might be wrong (com capinha luxuosa!)
Nirvana - Tonight! Live! Sold out! (o DVD esgotado ou caríssimo finalmente em minha estante)

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Escutando o 'I might be wrong' no trabalho, repensei como iria ser mágico ver o Radiohead ao vivo, desde que não fosse no meio de uma platéia tosca de festival de rock. Relembrei o quanto compararam e pode ser comparado o combo ao vivo do input_output ao Radiohead, no sentido da mistura de rock com eletrônica e no sentido de reproduzir ao vivo os sons eletrônicos muitas vezes por meio de instrumentos de rock ou, no caso do input_output, de eletrodomésticos ou outros badulaques. Hoje a música boa de Porto Alegre teve um desfalque anunciado: Mateus, guitarrista de Andina e Farveste e "synthista" de input_output e da vindoura Congonhas (na qual vinha sendo também guitarrista) está indo morar na capital do mundo, onde talvez verá o Thurston Moore ao seu lado em algum show. Muitas bandas estão queimando neurônios para pensar em o que fazer diante dessa notícia. Os Congonhas já têm uma boa idéia, que é quase certo que se concretizará. Em breve (espero que dessa vez seja em breve mesmo), mais notícias sobre a formação desse novo projeto e dos primeiros resultados dos trabalhos iniciais.

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Os melhores discos de 2008 até agora na minha opinião, resultante de trabalhos ainda não muito avançados da audição das opções da cédula, são:

Evangelicals - The evening descends
Wye Oak - If children
Karl Blau - AM
Yellow Swans - At all ends
Frightened Rabbit - Midnight organ fight
Cavalera Conspiracy - Inflikted
Neon Neon - Stainless style

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O figo é a primeira planta descrita na Bíblia, quando Adão se veste com suas folhas, ao notar que está nu. O figo é a minha Revelação do Ano, marcando o início da nova vida. Figo é roxo & verde.

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Eu e a Juliana associamo-nos, ontem/hoje, ao Inter. O Colorado já é o provavelmente o nono clube do mundo com mais associados. Depois dos 5x1 contra o Paraná e dos 8x1 contra o Juventude, o número de associados já está chegando aos 75.000 (informação que eu ouvi "de boca" hoje de manhã no estádio Beira-Rio), sendo que o o Schalke 04, da Alemanha, tinha 72.465 associados em fevereiro, quando o jornal francês L'Equipe publicou um ranking (veja abaixo). Nas Américas, o Inter fica atrás apenas do River Plate, estando na frente até do Boca Juniors. Hoje, o Inter já lucra mensalmente entre R$ 2.000.000 e R$ 3.000.000. Se chegar a 100 mil sócios, meta para o ano que vem, o do centenário do Inter, ele será o sexto clube com mais associados no planeta.

1) Benfica (POR): 170.645 sócios
2) Barcelona (ESP): 157.122
3) Manchester United (ING): 151.079
4) Bayern, de Munique (ALE): 146.592
5) Porto (POR): 115.411
6) Sporting (POR): 93.702
7) Real Madrid (ESP): 92.793
8) River Plate (ARG): 82.155

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Passar na frente do Salão de Atos da UFRGS às 19h30 nestes dias (porque o passaporte para o glorioso multi-evento Fronteiras do Pensamento está esgotado faz tempo):

18/8 - Wim Wenders
01/9 - Philip Glass
15/9 - David Byrne

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No dia 3 de junho, uma terça-feira, às 19h, será lançada a coletânea de poesias daquele concurso em que a minha 'Olho mágico' recebeu menção honrosa. O local é a Sala Luis Cosme, 4º andar da Casa de Cultura Mário Quintana.

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Agora, abaixo, uma série de colagens de posts do blog do Mateus, em sua homenagem prétuma. Considerem-se todas as palavras até o final do post entre aspas.

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(...) e acabei de ter outra idéia staggering ground shaking superb:

TRÊS TABULEIROS DE WAR COLADOS JUNTOS.

ganha quem conquistar os três mundos paralelos. vladivostok já não liga mais com o alaska da esquerda, mas com o alaska DO OUTRO TABULEIRO, o BIZARRO ALASKA. Austrália pode conectar-se com chile.

e pode usar bomba atômica, simbolizada por um chiclé mascado, que é grudado no país alvo, inutilizando-o por um bom tempo. ninguém ocupa aquele país, daí. e a gente pode fazer um mercado de trocas no qual as cartas são trocadas por recursos, não por mais exercitos (bom meio de implementar a bomba atômica e os terroristas suicidas). além disso, pode se fazer uma regra alternativa à disputa com dados. se ambas as potências concordarem, gritando "licença pra disputa física", a batalha é resolvida não nos dados, mas numa luta de submissão na qual perde o primeiro que encostar os joelhos no chão, perdendo assim TODOS os exercitos do território alvo.

além disso, podemos fazer um mercado negro de armas, no qual um participante pode vender suas bombas atomicas e terroristas suicidas para potencias menos desenvolvidas.

e podemos criar um ferrolho secreto, no qual o jogador que estiver encostado não pode ser atacado. mas o ferrolho secreto muda a cada rodada, então ninguém nunca sabe qual o ferrolho secreto, dando mais dinamica pro jogo. o ferrolho secreto terá um guardião, que, caso alguém ataque o sujeito que estiver, sem saber, encostado nele, anuncia com o grito FERROLHO SECRETO que naquela rodada o jogador ferrolhado não pode ser atacado. sim, a efetividade do ferrolho só é anunciada em caso de ataque ao jogador por ele protegido.

daí na próxima rodada o ferrolho muda de objeto, dando muito mais dinamica pro jogo. ah, o guardião do ferrolho secreto pode ser subornado, e também controla os PIRATAS, um bando de exércitos sem pátria nem objetivo que fica navegando à deriva, atacando, rodada sim, rodada não, alvos fáceis (porque toda guerra tem influências externas.)

que tal? war com 3 tabuleiros, piratas, bombas atomicas, ferrolho secreto, disputa física, mercado negro e placas tectonicas? (...) ROUBA ESSA, GROW.

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o motorista acidentado sobreviveu. isso aconteceu a 20 metros de mim, que era a distância entre meu frágil corsa e o caminhão à minha frente, que recebeu o impacto daquele troço vermelho todocagado. ainda to absorvendo isso - o barulho do metal contra metal, a nuvem de detritos, a certeza de que o sapiranguense tinha morrido, o alívio ao ver ele sair caminhando do carro c´os beiço sangrando, e MEU DEUS ESTA VIVO, e chega.

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uh. e com muita honra e orgulho, constato que o mangol que decidiu ser uma boa idéia viajar 100 quilometros em um monte de BALÕES DE FESTA, ao sabor dos ventos, tentando chegar no interior do paraná (sério, quais são as chances? tipo, "eu vou subir num monte de balão com um celular descarregado e um gps, que eu não sei usar - mas qualquer coisa, ligo pros mano bombeiro e eles me passam umas dicas - e tentar chegar num ponto específico no interior do paraná, a mais de 100 quilometros de onde estou, levado pelo vento de deus. maluco, vai ser afusel") caiu no mar e morreu*, conseguindo assim colocar o brasil na disputa pelo darwin awards desse ano. Claro, que tem o clássico caso do larápio que roubava jet fuel de um aeroclube e, certa feita, foi verificar se um tanque estava vazio acendendo um fósforo no seu interior, mas nãodánada e VAI BRASIL!!!

e os balões nem tinham nenhum desenho. se um sujeito temente a deus me faz uma mangolice dessas, que ao menos seja com balões com a cara do bozo, neles. seria classudo, no mínimo. um monte de palhaços sorridentes na zero hora de hoje (opa. ontem). (...)

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Relembrando: acima, uma série de colagens de posts do blog do Mateus, em sua homenagem prétuma.

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