"No segundo semestre de 2008, vestia a 15 e via ao seu lado um camisa 10 diferente de seu estilo, que, em vez de dribles, arrasava fortalezas com canhões. Alex até chamou mais atenção na Copa Sul-Americana, mas D'Ale também foi importante. Num jogo só, diante do Chivas na semifinal, marcou gol de falta e de pênalti, este sofrido por ele próprio. Em 2009, Alex foi encarar o frio russo e deixou a 10 para D'Ale. O novo número caiu como uma luva. Era como se entregassem a batuta perfeita ao maestro da orquestra." (Lucas Rizzatti)
"Não vivi isso nunca. Foi algo inesquecível. A gente se sentir importante no trabalho é algo que valoriza muito. Me senti muito valorizado. É algo que não tem como comprar. A ideia deles era clara: que eu ficasse. Fiquei muito feliz. Fiquei muito feliz. O clube poderia dizer que era uma boa proposta e deixar para eu decidir." (D'Alessandro)
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